Quinta-feira, 14 de setembro de 2017 - 20h11

247 – Ao denunciar Michel Temer por obstrução judicial e organização criminosa, o procurador-geral Rodrigo Janot fez uma consideração importante: o golpe de 2016 contra a presidente deposta Dilma Rousseff teve como finalidade estancar a sangria da Lava Jato.
Ou seja: foi um golpe a favor – e não contra a corrupção.
“A crise dentro do núcleo político da organização criminosa aumentava à medida que a Operação Lava Jato avançava, desvendando novos nichos de atuação do grupo criminoso. Nesse cenário, os articuladores do PMDB do Senado Federal, em especial o Senador Romero Jucá, iniciaram uma série de tratativas para impedir que a Operação Lava Jato continuasse a avançaram. Como não lograram êxito em suas tratativas, em 29.03.2016, o PMDB decidiu deixar formalmente a base do governo e, em 17.04.2016, o pedido de abertura de impeachment da Presidente Dilma Rousseff foi aprovado pela Câmara dos Deputados”, escreveu Janot, na denúncia encaminhada nesta tarde ao Supremo Tribunal Federal.eceu denúncia contra Temer por corrupção passiva, mas a Câmara dos Deputados barrou a acusação.
Também foram denunciados por organização criminosa os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco; o ex-ministro Geddel Vieira Lima; e os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures.
Por obstrução de justiça foram denunciados Temer, e os executivos Joesley Batista e Ricardo Saud.
Paradoxalmente, Janot também se posicionou contra a anulação do golpe nesta quinta-feira (leia mais aqui).
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