Terça-feira, 30 de maio de 2017 - 10h18

O ex-ministro Joaquim Barbosa, que há 10 dias havia pedido para que todos se mobilizassem pela renúncia de Michel Temer deu um passo avante, minutos atrás.
Retuitou um artigo de Clóvis Rossi, na Folha, em que este defende a realização de eleições diretas imediatamente, como ”uma fresta pela qual entrará, com sorte, um pouco de ar fresco no sufocante ambiente em que vive o país”, mesmo ressalvando que isso não será a “panacéia universal”(sic) .
Embora aproveitando do título a frase de mau agouro – “Diretas talvez fossem uma lufada de ar fresco” – é mais um ex-herói do Judiciário que toma posição.
Enfraquece o discurso de que eleição direta, num quadro de crise e impasse como esse e ainda mais não havendo mandato a ser defendido, é golpismo
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