Sexta-feira, 23 de dezembro de 2016 - 05h30

247 – O jornalista Josias de Souza, do UOL, avalia que "Michel Temer chega às portas de 2017 mais frágil e impopular do que há sete meses, quando substituiu Dilma" (leia aqui).
"Ele interrompeu o ciclo de insanidade fiscal da antecessora. Mas sua gestão ainda não foi capaz de retirar a economia da UTI. Para complicar, seu mandato, que já era tampão, está sitiado pela dúvida. Palavras como renúncia e cassação voltaram ao noticiário", define o colunista.
Ele afirma que, apesar da maioria parlamentar no Congresso, "a fragilidade do presidente, enrolado na Lava Jato e cercado de auxiliares suspeitos, conspira contra a retomada dos investimentos". E acredita que "não será fácil aprovar uma boa reforma da Previdência em 2017".
Para ele, as palavras ditas ontem por Temer, durante o balanço do governo feito a jornalistas, de que entrará com recursos caso seja cassado, "não são, convenhamos, palavras de um presidente que se sente seguro no cargo".
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