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Política - Nacional

Lula sanciona lei de Segurança Alimentar e diz que país era governado para 30% da população


Cristiane Jungblut - Agência O Globo BRASÍLIA - Em cerimônia que sancionou a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan), nesta sexta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu os programas sociais do governo, como o Bolsa Família. O presidente disse que o Brasil estava acostumado a ser governado apenas para 30% da população. Lula afirmou ainda que as autoridades que governaram o Brasil não conheciam o país, não iam aos grotões ou à periferia. - O Brasil adquiriu o hábito cultural de ser governado para 30% da população. Não foram poucos os governantes que afirmaram que o Brasil teria que ser governado por quem tem poder de pressão. Mas tem os anônimos e é para essas pessoas que precisamos aprender a prestar contas - disse Lula. Em mais um crítica aos adversários, o presidente Lula afirmou que não foram poucos aqueles que torceram o nariz quando o governo lançou o programa Fome Zero. - Muitos criticavam o guarda-chuva de programas sociais. Diziam, entre outras coisas, que a segurança alimentar era uma coisa menor, não sendo preciso transformá-la em uma agenda de estado - afirmou Lula. O presidente lembrou que o bolsa família atinge 11,1 milhões de pessoas e que os programas sociais são os principais responsáveis pela diminuição da desigualdade social no país. Segundo Lula, o Brasil vive a menor desigualdade dos últimos 25 anos. Na mesma linha do presidente, o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, também reagiu às críticas dizendo que a bandeira social do governo não é nem assistencialista, nem clientelismo. O ministro afirmou que Lula não garantiu à sociedade três refeições diárias, mas que manifestou um desejo nesse sentido. - Quando dizem que o presidente fez uma promessa de garantir três refeições diárias, eu registro que isso não é uma promessa, mas sim um desejo (do presidente) - afirmou Patrus. O principal objetivo da Lei de Segurança Alimentar é assegurar o direito humano à alimentação adequada, ao mesmo tempo em que responsabiliza o poder público pelo seu cumprimento. Para isso, estabelece a criação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) e torna permanente o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), criado pelo atual governo.

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