Sexta-feira, 22 de setembro de 2017 - 10h06

247 - A eventual candidatura presidencial pelo PSD do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, já tem adeptos em outras legendas Centrão (PP e PR) e em alas influentes do próprio PMDB. O movimento de Meirelles, ainda cauteloso, pode ganhar musculatura caso se consolide a trajetória de recuperação da economia, mas com a retomada do emprego.
O entusiasmo do centrão com Meirelles pode deslocar ainda mais o PSDB, uma vez que os tucanos não conseguem lidar nem com as divisões internas do próprio partido.
O PSD começa a planejar eventos em outros Estados para que Meirelles dê palestras sobre a trajetória ascendente da economia.
Esse movimento também ganha apoio discreto no Palácio do Planalto, onde auxiliares diretos deMichel Temer veem no ministro um nome com chances eleitorais, mas em um cenário bastante peculiar: com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fora da corrida e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, referendado pelo PSDB - só que partindo de um dígito nas pesquisas e com alta rejeição.
Analisando esse quadro, um ministro de Temer disse ao Valor que há dois pressupostos relevantes para o voo solo de Meirelles: é preciso que a melhoria do ambiente econômico "chegue ao bolso do cidadão", com aceleração do crescimento e queda do desemprego. A manutenção dos baixos índices de inflação também é peça crucial na estratégia.
Outro obstáculo seria a escolha do prefeito de São Paulo, João Doria, como candidato do PSDB à Presidência. Esse auxiliar de Temer lembra que o nome de Doria agrada aos partidos do Centrão - no caso o próprio PSD de Meirelles, além de PP, PR e PRB, que seguem unidos na campanha.
As informações são de reportagem de Andrea Jubé e Daniel Rittner no Valor.
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