Quarta-feira, 10 de julho de 2013 - 15h09
Carolina Gonçalves
Agência Brasil
Brasília – O presidente do Senado, senador Renan Calheiros, não descartou mudanças nas regras para suplência da Casa, mesmo com a rejeição de ontem (9), no plenário do Senado, ao projeto que reduzia o número de vagas para suplentes e definia limitações para o cargo. “Qualquer emenda constitucional para ser aprovada precisa, no Senado, de 49 votos. Como o Senado é composto por alguns suplentes, isso dificulta politicamente a equação. Acho que vamos ter oportunidade para dar essa resposta à sociedade no momento certo”, disse Renan.
Dezesseis senadores em exercício, atualmente, são suplentes que substituem parlamentares que morreram, foram cassados ou estão exercendo cargos no Executivo. No plenário, a discussão durou mais de três horas e, mesmo com o acordo entre os líderes firmado antes da sessão, apenas 46 senadores aprovaram o projeto que precisaria de 49 votos favoráveis.
“A votação ainda não se encerrou”, insistiu Renan ao se referir a outros projetos que tratam sobre mudanças nas regras de suplência e que estão em tramitação na Casa.
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