Segunda-feira, 23 de outubro de 2017 - 05h08
Dois dias após a revista Veja acusar o governo de acionar seu serviço secreto para investigar o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Michel Temer autorizou a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) a contratar 300 arapongas. A Abin pedia autorização, mas só saiu quando Temer foi alvo de Joesley Batista, segundo o Planalto, o “grampeador-geral da Republica”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O governo avalia que necessita de ações de inteligência para impedir casos como a gravação da conversa do presidente com Joesley.
Com o presidente vulnerável, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) recomendou a Temer autorizar a contratação dos novos agentes.
Os novos agentes terão salário inicial de R$16 mil. Ruim de serviço, o Ministério do Planejamento ainda não aprontou o edital do concurso
Temer recebeu telefone criptografado, feito na Abin, mas desistiu de usá-lo ao perceber que o número era mais manjado que disque-pizza.
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