Sexta-feira, 17 de outubro de 2008 - 19h25
A Secretaria de Recursos Humanos do Senado divulgou há pouco boletim administrativo em que consta 23 exonerações e cinco dispensas (pedido de demissão voluntária). O motivo da maioria das demissões é o fato de os funcionários terem parentes que trabalham na Casa, o que fere a súmula editada pelo Supremo Tribunal (STF) contra o nepotismo.
Na lista dos exonerados está a esposa do Diretor de Recursos Humanos do Senado, João Carlos Zoghbi. Denise Ramos de Araújo Zoghbi era diretora-executiva do Instituto Legislativo Brasileiro e ganhava o teto dos rendimentos dos funcionários comissionados, R$ 8.799,48 por mês. O filho do diretor, Marcelo Araújo Zoghbi, também teve de deixar o cargo. Nomeado em 2002 como assistente parlamentar, ele recebia mensalmente R$ 2.694,46.
Além do diretor de Recursos Humanos, outros servidores de alta patente da Casa também tiveram parentes exonerados. Entre eles duas filhas e um cunhado da secretária geral da Mesa, Cláudia Lyra.
Carla Lyra Nascimento Rezende Hadjinicolaou e Marina Lyra Nascimento Rezende, filhas da secretária, exerciam o cargo de assistente parlamentar e recebiam, respectivamente, R$ 3.680,45 e R$ 2.694,46, mensais. Já o cunhado, Carlos Eduardo Nogueira Sette Bicalho, foi nomeado para o cargo de assessor técnico do gabinete do senador Antonio Carlos Júnior (DEM-BA). O salário era de R$ 8.154,16.
O nome da cunhada do diretor-geral do Senado, Agaciel da Silva Maia, também consta na lista. Josidete Maria de Araújo Maia trabalhava como assistente parlamentar no gabinete do líder do DEM na Casa, José Agripino Maia (RN), e recebia mensalmente R$ 6.345,42.
Senadores
Entre os senadores, Alvaro Dias (PSDB-PR) e Walter Pereira (PMDB-MS) também tiveram parentes exonerados. O tucano teve a sobrinha, Valéria Alves Fernandes Dias, dispensada. Ela exercia o cargo de assessor de imprensa. Já no caso do peemedebista, a assessoria não soube informar o grau de parentesco de Flávio Pereira de Carvalho que trabalha como secretário parlamentar no gabinete da liderança do Bloco da Maioria.
Com essas duas exonerações, sobe para 43 o número de parentes de senadores que tiveram de deixar o cargo.
Fonte: Congresso em Foco
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