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Política - Nacional

Norte e Norteste puxam vendas do comércio


Mariza Louven, Agência O Globo RIO - As regiões Norte e Nordeste foram os destaques do comércio em novembro. Na comparação mensal, os crescimentos mais robustos foram os do Acre (42%), Alagoas (39,45%), Amapá (26,45%), Roraima (21,36%), Tocantins (19,18%), Amazonas (17,63%), Maranhão (17,07%) e até mesmo a Bahia, um mercado mais consolidado, apresentou um excelente resultado de 13,4%. O crescimento das vendas nessas regiões costuma ser atribuído às políticas sociais do governo, como o Bolsa Família, mass na verdade são resultado de um conjunto de fatores, analisa o o economista do IBGE, Nilo Lopes. - Todo o quadro econômico e não só as políticas sociais do governo vêm imupulsionando estas regiões. Há uma resposta econômica além, é claro, das políticas sociais - afirma Lopes. Segundo ele, como o Nordeste está sem estiagem há um bom tempo, a agriciultura vem deslanchando e aumentando a renda local. Os aumentos reais do salário mínimo também impulsionaram a massa salarial na região, onde muita gente está nesta faixa de renda. No Norte, o crescimento das vendas está sendo impulsionado pelo Amazonas, que é um pólo produtor de eletroeletrônicos, setor que vem crescendo a taxas elevadas _ acrescenta Lopes. Para o analisa o economista-chefe da Gouvêa de Souza & MD, Maurício Moura, a recuperação, ainda que marginal da renda e emprego influenciou positivamente as vendas do período, mas reforçou a tendência de elevação dos níveis de inadimplência em relação a 2005, consolidando a hipótese de que o 13ª salário foi utilizado em grande medida para quitação de dívidas. Segundo Moura, a antecipação do pagamento do benefício para os aposentados teve conseqüências positivas sobre os resultados de setembro e outubro. A projeção da Gouvêa de Souza para o encerramento de 2006 foi elevada para o patamar entre 5,5% e 5,8%. Para 2007, o crescimento das vendas do varejo será em torno de 4%, prevê. O economista da Fecomércio-RJ, João Carlos Gomes, discorda. Segundo ele, a trajetória de recuperação de setores como os de veículos, móveis e eletrodomésticos mostra que o comércio não está esbarrando no limite de endividamento.

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