Segunda-feira, 4 de setembro de 2017 - 20h38
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247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello reclamou do fato de o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não ter identificado quais ministros da Corte poderiam estar implicados no áudio omitido por delatores da JBS.
Janot anunciou nesta segunda-feira 4 a abertura de uma investigação que pode resultar na revisão da delação premiada da JBS por conta do áudio de uma conversa entre o empresário Joesley Batista e o ex-executivo do grupo Ricardo Saud, que cita um procurador e indícios de crimes cometidos pelo Supremo.
"Quando não se nomeia os envolvidos, ficam os 11 ministros do STF sob suspeita. O povo vai imaginar que os 11 ministros estão envolvidos", disse o ministro ao jornal O Globo. Mello diz que a possibilidade de rever delações sempre existiu e que devemos esperar os próximos passos do caso.
No entanto, Marco Aurélio lamentou o episódio afirmando que ele enfraquece o instituto da delação premiada. "É algo que coloca em xeque a delação, acaba fragilizando o próprio instituto, o que não é bom. É preciso ter cautela e que as instituições sigam trabalhando", afirmou, sem esconder a surpresa: "Quando imaginamos que já vimos tudo, surge algo novo".
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