Terça-feira, 21 de novembro de 2017 - 05h04
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247 - A Ordem dos Advogados do Brasil declarou nesta segunda-feira, 20, que está em alerta para que sejam corrigidas ‘as distorções que transformaram o foro privilegiado em um privlégio incompatível com o período democrático’.
Em nota pública, subscrita pelo presidente do Conselho Federal, Cláudio Lamachia, a entidade máxima da Advocacia assinala que ‘a Constituição, ao estabelecer o foro por prerrogativa de função, pretendeu proteger os cargos e as instituições e não seus ocupantes, como ocorre hoje’.
“A proliferação indiscriminada das funções protegidas por foro fez com que ele se transformasse em uma regalia”, afirma a OAB.
Nesta próxima quinta-feira, 23, o Supremo Tribunal Federal deverá decidir se o foro especial vale só para delitos cometidos no exercício do mandato.
Atualmente, mais de 30 mil políticos e administradores públicos desfrutam do privilégio em todo o País, perante todos os tribunais – estaduais, regionais federais e superiores.
As informações são de reportagem de Luiz Vassallo no Estado de S.Paulo.
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