Quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014 - 13h02
O deputado Padre Ton (PT-RO) apresentou ontem (26) à Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados Requerimento solicitando a ida de uma representação parlamentar em Rondolândia, município de Mato Grosso localizado na divisa com o estado de Rondônia, para verificar as condições de segurança na região em razão das ameaças de morte à prefeita Bett Sabah, 36 anos.
Foi o primeiro requerimento recebido pela nova composição da CDHM, cuja sessão para escolha de presidente e vice-presidente ocorreu na quarta-feira, em votação apertada que decidiu por 10 votos eleger para presidente o deputado Assis do Couto (PT-PR). O deputado Jair Bolssonaro (PP-RJ) contou com 8 votos. O deputado Nilmário Miranda (PT-MG) foi eleito 1º vice-presidente.
“Queremos a ida de uma representação a Rondolândia para verificar as condições de segurança, para fortalecer as providências que já foram encaminhadas pelo governo federal, e assim garantir que a prefeita possa desempenhar suas atribuições”, disse o deputado Padre Ton ao justificar o pedido.
No ultimo dia 19, em audiência com a ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), com participação dos deputados Padre Ton, Ságuas Moraes (PT- MT) e Domingos Dutra (SDD-MA), a prefeita Bett Sabah relatou o caso e pediu proteção. Após gestão da ministra, o governador de Mato Grosso se comprometeu em designar um delegado especial para investigar as ameaças, e a prefeita está sob proteção.
Ao implorar por garantia de vida e integridade física para que possa continuar cumprindo as atribuições públicas, a prefeita disse que não sabe de onde parte as ameaças mas acredita que podem estar associadas a pessoas que governaram a cidade por longo tempo, e estariam insatisfeitas com medidas administrativas com foco no combate à corrupção.
Ela também esteve com o presidente nacional do PT, Rui Falcão, e relatou que teve de mudar filhos da escola e teria obtido informações de que sua cabeça estaria valendo R$ 130 mil.
Ao propor a visita de membros da CDHM a Rondolândia, o deputado Padre Ton disse que “a tentativa de embargar a ação de agentes públicos pela intimidação e violência física e psicológica constitui grave violação dos direitos humanos”.
Fonte: Mara Paraguassu
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