Quarta-feira, 13 de julho de 2011 - 12h04
Priscilla Mazenotti
Agência Brasil
Brasília - Ao falar na Câmara dos Deputados sobre denúncias de um suposto esquema de corrupção e de superfaturamento em obras, o diretor-geral afastado do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, voltou a negar que o órgão seja instrumento de captação de recursos de seu partido, o PR.
“O Dnit não é instrumento do partido para fazer captação de recursos. Não trabalhamos nessa linha de atuação”, disse. “O PR não é diferente de nenhum outro partido do Brasil. Nas épocas de campanha, obviamente, os partidos têm necessidade de receber recursos para fazer frente aos gastos, mas não nos envolvemos nisso”, completou.
Pagot disse que cabe à presidenta Dilma Rousseff mantê-lo no cargo e que seu pedido de férias durante o surgimento das denúncias já estava previsto. O diretor ainda afirmou que o atual diretor de Infraestrutura Terrestre do Dnit, Hideraldo Caron, seria um bom nome para substituí-lo, caso seja demitido.
“Se ele vier a ocupar meu cargo no Dnit, não tenho nada contra. Substituir um filiado do PR por um filiado do PT pode ter uma questão de partido, mas pode ter certeza que o Hideraldo tem condição de tocar, tem conhecimento de causa, é um funcionário de carreira, de administração pública”, disse.
Segundo Pagot, 28 dos 2,8 mil funcionários do órgão têm alguma filiação partidária. “Isso é 1% dos funcionários. E não é porque tem filiação partidária, que não seja competente”, disse.
Pagot foi convidado a prestar esclarecimentos nas comissões de Fiscalização Financeira e Controle e na de Viação e Transportes sobre as denúncias de suposto esquema de corrupção e superfaturamento de obras no Dnit e no Ministério dos Transportes.
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