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Política - Nacional

PF cumpre mandados em Governador Valadares



Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (19) a terceira fase da Operação Mar de Lama, que investiga crimes contra a administração pública no município de Governador Valadares, em Minas Gerais. Os esquemas ilegais podem ter contado com a participação de políticos, servidores públicos e empresários contratados pela prefeitura, segundo a PF.

A operação mobilizou cerca de 100 policiais federais, 66 policiais militares e 6 servidores da Controladoria Geral da União (CGU). Foram cumpridas 61 ordens judiciais nas cidades mineiras de Belo Horizonte, Nova Lima e Governador Valadares, sendo cinco mandados de prisão preventiva, 15 de prisão temporária; 21 de busca e apreensão; e três de sequestros de bens imóveis.

Entre os suspeitos, que tiveram a prisão decretada, estão sete vereadores de Governador Valadares que haviam sido afastados de suas funções na primeira fase da Operação Mar de Lama. Também foram suspensos do exercício de suas funções públicas 17 servidores. Eles atuavam na prefeitura de Governador Valadares, na câmara municipal, no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e na Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), sediada na capital mineira.

Nesta terceira fase da Operação, a PF investiga a participação de concessionários do serviço de transporte público em esquemas ilegais. Os suspeitos poderão ser denunciados pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa, corrupção passiva, fraude à licitação, advocacia administrativa e de organização criminosa. As penas podem superar 700 anos de prisão.

Histórico

No mês passado, a Operação Mar de Lama foi deflagrada (link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-04/operacao-mar-de-lama-busca-quadrilha-acusada-de-fraudes-em-governador) para desarticular uma organização que fraudou licitações no município, após os estragos causados pela forte chuva de 2013. Na ocasião, a prefeitura a decretou estado de emergência com o objetivo de facilitar a captação dos recursos para as obras necessárias. Foi nesse contexto que os acusados teriam atuado.

Oito dos 21 vereadores da cidade tiveram o mandato suspenso. O prejuízo aos cofres públicos pode ter alcançar R$ 1,5 bilhão, segundo a PF. Ainda em abril, uma segunda etapa da operação afastou de seus cargos cinco vereadores e um gestor corporativo do SAAE.

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