Quinta-feira, 4 de maio de 2017 - 05h05
Em meio aos movimentos de senadores do PMDB para destituí-lo da liderança da bancada no Senado, Renan Calheiros (AL) pediu ao aliado Eduardo Braga (PMDB-AM) para recolher adesões de senadores do partido a um manifesto de apoio ao alagoano. Mas o documento só foi assinado por nove dos 22 integrantes da bancada do PMDB. Questionado sobre o baixo número de assinaturas de apoio a Renan, Eduardo Braga encerrou a conversa: "Renan é o líder do PMDB e ponto".

Oito senadores se reuniram com Jucá na noite desta quarta-feira, 3, para repreendê-lo por sua sua postura. Além do líder do governo, participaram da conversa Simone Tebet (MS), Marta Suplicy (SP), Rose de Freitas (ES), Airton Sandoval (SP), Waldemir Moka (MS), Dário Berger (SC), Garibaldi Alves (RN) e Elmano Férrer (PI). Desses, apenas Jucá e Dário assinaram o documento a favor de Renan. Para destituí-lo são necessários 12 votos. O grupo discutiu uma eventual saída de Renan, mas ainda não apresentou quaquer candidato para substituí-lo. A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) tentou marcar uma reunião de toda a bancada com Renan para conversar, porém o líder adiou o encontro para a próxima terça-feira, 9.
O senador Romero Jucá (RR), líder do governo e presidente do partido, assinoi o documento como gesto de conciliação, mas isso gerou desconforto na ala da bancada que é contra a permanência de Renan no cargo por conta de suas críticas às medidas econômicas defendidas pelo governo.
Jucá contou que assinou o documento porque foi solicitado a fazê-lo durante uma reunião com o próprio Renan, e não pode recusar o pedido, até para mostrar que não estava por trás da articulação para destituir o líder da bancada. Há dias, Jucá publicou uma nota dizendo que "qualquer decisão sobre a liderança do partido no Senado cabe à bancada dos senadores".
Os senadores ficaram ainda mais incomodados com Renan após sua articulação para desacelerar a tramitação da reforma trabalhista. Após pressão do peemedebista com a oposição, a proposta também vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) - além da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e de Assuntos Econômicos (CAE) que já haviam sido acordadas. Parte da bancada considera que Renan se pronuncia por interesse próprio e não expressa o sentimento da maioria.
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