Terça-feira, 14 de março de 2017 - 11h37
Representantes de 16 sindicatos rondonienses reuniram-se com o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) ontem, segunda-feira (13) em Porto Velho no auditório do Sindicato do Servidores do Poder Judiciário (Sinjur), para discutir as reformas da previdência e trabalhista e a transposição dos servidores de Rondônia.
Sindicalistas de expressão no Estado indagaram a posição do senador sobre as polêmicas mudanças nas regras da aposentadoria que sendo analisada no Congresso Nacional. Raupp posicionou-se contra a reforma e se disse aberto ao diálogo para um amplo debate que trate de mudanças, mas menos severas.
"O senador ainda não recebeu esta proposta de mudanças, que está sendo discutida na Câmara Federal, mas da forma como está dificilmente será aprovada. Não podemos penalizar os trabalhadores com regras tão duras. As mudanças são necessárias, mas é preciso buscar um consenso", disse o senador.
“A reforma trabalhista me parece mais flexível e aceitável. Precisamos buscar mecanismo melhores, para que o pais cresça sem que isso acarrete a perda de direitos essenciais", comentou Raupp.
Quanto a transposição o parlamentar disse que irá cobrar dos órgãos responsáveis maior agilidade no processo. "A análise de documentos é realmente mais vagarosa, mas irei continuar cobrando maior celeridade do Ministério do Planejamento", afirmou.
Questionado ainda sobre a denúncia aceita pelo STF na ultima semana, o senador foi enfático ao dizer que a doação foi totalmente legal e dentro do que a lei exigia a época. "Respeito a justiça brasileira, mas qualquer jurista deste país irá concordar comigo que a lei não é retroativa. Na época a doação por empresas era legal, tendo sido, oficialmente, declarada e aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Tenho a consciência limpa de que não cometi nenhuma irregularidade e aguardo o desenrolar do processo acreditando na absolvição".
“Parabenizamos o senador Raupp pela posição contra essa reforma, que é inaceitável e que decreta a morte de milhões de trabalhadores com o prolongamento do tempo de serviço, principalmente das mulheres que terão que fazer jornada tripla. Nós iremos nos movimentar para impedir isso", declarou o presidente do Sintero Manoel Rodrigues.
Estiveram presentes na reunião representantes e diretores do Sintero, Sinsempro, Sindsaude, Aspometron, Sintraer, Sinsdet, Sinjur, Sinsepol, Sinsepol, Sinder, Sindijufe, CTB, Sinpef, Sindsaude, CUT, Sindicato dos Trabalhadores de Porto Velho e o deputado Estadual Edson Martins e a vereadora de Porto Velho, Joelna Holder, ambos do PMDB.
Fonte: Rone Souza
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