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Política - Nacional

Renan evita polemizar sobre aumento de salário dos parlamentares


Adriana Vasconcelos - Agência O Globo BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pretende deixar para o colégio de líderes a responsabilidade de definir o reajuste que deverá ser concedido para os parlamentares da próxima legislatura. Ele evitou emitir sua opinião sobre uma proposta que já começou a ser defendida por alguns deputados e senadores que prevê um aumento de 91,4% para os seus próprios salários, que seriam elevados dos atuais R$ 12,4 mil para R$ 24,5 mil. - Essa discussão ainda não está no Senado. Vamos reunir os líderes no momento certo para a decisão sobre fixar o subisídio para a próxima legislatura. Eu não estou defendendo aumento, mas há uma obrigação constitucional que manda que a legislatura anterior fixe o subsídio da legislatura seguinte - desconversou Renan. Para Renan, esse debate terá necessariamente de levar em conta o orçamento do Legislativo previsto para o próximo ano. Ele lembrou, por exemplo, que o Congresso Nacional já aprovou os reajustes do Poder Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal, mas eles ainda não foram sancionados por falta de previsão orçamentária. - Nós já votamos o reajuste do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal e outros órgãos. No entanto, não foram sancionados porque não há no orçamento rubrica que permita essa sanção. Essa decisão não é minha, mas das duas Casas. O presidente não pode substituir os deputados ou senadores - acrescentou. Renan fez questão de salientar ainda que, durante sua gestão, o Senado conseguiu reduzir suas despesas e esse comportamento deveria ser seguido por todas as demais instituições públicas do país. - Do ponto de vista do Senado, nós não vamos fazer nada que agregue despesa. Nós temos cortado despesas e vamos continuar fazendo isso. Esse, aliás, deveria ser o dever de todo mundo. Cortar orçamento, os gastos públicos e dar transparência a eles - sugeriu. Na tentativa de reduzir eventuais críticas da opinião pública ao aumento dos parlamentares, justamente no momento em que o governo federal propõe a redução do reajuste do salário mínimo para R$ 367 (diferentemente dos R$ 375 prometidos anteriormente), há quem defenda na Câmara o fim das verbas de gabinete que são pagas mediante a comprovação de gastos. Os senadores, no entanto, não recebem essa verba de gabinete. - Nós não temos verba de gabinete - confirmou Renan

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