Quarta-feira, 24 de maio de 2017 - 13h56

Por Fernando Brito, do Tijolaço
Em entrevista dada na manhã de hoje, o líder do PMDB, Renan Calheiros, anunciou que vai usar seu direito de liderança e retirar os dois senadores que deram votos favoráveis à leitura do relatório favorável à reforma trabalhista tal como veio da Câmara dos Deputados.
A decisão inverte o placar registrado ontem, de 13 votos a favor e 11 contrários ao texto que agrada Michel Temer e “o mercado”.
Em gravação exibida pelo Poder360, Calheiros foi mais adiante e disse que, se fosse Michel Temer, teria demitido Henrique Meirelles por ter declarado que “com Michel ou sem Michel, vamos levar as reformas”, numa admissão explícita de que seguiria com as medidas independente da saída do presidente.
Temer, por sua vez, articula, dentro do PMDB, a derrubada do atual líder do PMDB
Renan vai comparecer pessoalmente ao ato das centrais sindicais, cujos apoiadores começam a se deslocar para a Esplanada dos Ministérios, com previsão entre 50 e 100 mil pessoas. A PM de Brasilia, sempre avara nos cálculos quando a manifestação é de esquerda, admite que há 25 mil pessoas diante do Estádio Mané Garrincha.
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