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Política - Nacional

Royalties: PMDB diz que não vai impor sua posição


O novo líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), disse ontem domingo (3), que não pretende usar o cargo para influenciar a posição do partido sobre a redistribuição dos royalties do petróleo. O assunto conta com forte oposição da bancada do Rio de Janeiro, da qual Cunha faz parte.

Eduardo Cunha anunciou que delegará ao deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) a responsabilidade por conduzir as discussões sobre os royalties. Ele também anunciou a criação de vice-lideranças temáticas no PMDB, para debater outros assuntos.

O Congresso poderá votar os vetos da presidente da República ao projeto dos royalties após a retomada dos trabalhos legislativos. Cabe ao presidente do Senado, Renan Calheiros, pautar o tema em sessão conjunta de deputados e senadores.

Segundo turno
Com 46 votos, Cunha venceu neste domingo a disputa pelo cargo de líder do PMDB em segundo turno contra o deputado Sandro Mabel (GO), que recebeu 32 votos. Houve duas abstenções.

No primeiro turno, Cunha já havia obtido mais votos que os outros concorrentes, mas um acordo da bancada determinou que só seria eleito em primeiro turno o candidato que obtivesse 41 votos. Nessa etapa, Cunha teve 40 votos; Mabel, 26; e Osmar Terra (RS), 13. O atual líder e candidato à Presidência da Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), declarou abstenção nos dois turnos.

Unidade do partido
Depois de eleito, Cunha afirmou que vai trabalhar pela unidade da bancada e reiterou seu apoio ao governo. “O PMDB é mais que da base governista, é parte dele, pois elegeu o vice-presidente, Michel Temer. Enquanto eu era vice-líder do partido [função que exercia até a eleição], sempre defendi o governo e vou continuar fazendo, mas sem submissão”, ressaltou.

Emendas ao Orçamento
Cunha também declarou que não se candidatará à reeleição para o cargo e que vai trabalhar, junto às outras lideranças, para tornar impositivas as emendas parlamentares ao Orçamento.

Em outro momento, Cunha, com a voz embargada, afirmou que foi vítima de “ataques sórdidos” durante a campanha para liderança, mas não identificou a origem desses ataques.


Fonte: Agência Câmara

 

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