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Política - Nacional

Sindicato é contrário à importação de Médicos


Após pronunciamento realizado pela presidente Dilma Rousseff, onde confirma a intenção do governo federal de importar médicos de várias especialidades, o Sindicato Médico de Rondônia divulgou nota repudiando a decisão da presidente da República. Para o sindicato, o governo acuado pelas intensas manifestações populares por mais serviço público de qualidade e menos corrupção, sugeriu que o mau funcionamento do serviço público de saúde se deve à falta de médicos.

Para o presidente do Simero, médico Willian Paschoalim, como solução para o caos no sistema público de saúde, o governo federal apresentou a “importação” imediata de milhares de médicos estrangeiros e que chegariam ao nosso país sem qualquer avaliação de qualidade, falando outra língua e que viriam provenientes de uma ditadura militar autoritária e capenga. Mesmo com a importação desses  profissionais, explica Paschoalim, eles aceitariam trabalhar nos piores lugares e onde não existem as mínimas condições de exercício de uma medicina decente, condições estas que perduram há quase uma década no domínio deste grupo político que aí está no comando da nação.

Paschoalim ainda afirma que “todos nós profissionais de saúde já sabemos há muito tempo que no serviço público de saúde falta de tudo; mas sobra corrupção, incompetência e objetivos eleitoreiros para com a gestão da saúde. Não adianta apenas aumentar o número de médicos se faltam equipes da saúde básica, postos de saúde decentes, policlínicas, equipamentos, exames complementares, leitos hospitalares e até medicamentos básicos”.

Na nota publicada na página eletrônica do Simero, a categoria destaca que não é possível “pensar em fixar um profissional de saúde num local ermo, sem um mínimo de segurança financeira e sem uma perspectiva de evolução na carreira pública, como no judiciário e na segurança, por exemplo. Não podemos tratar médicos como moeda para sustentar governos falidos ou como commodities, que vão e vêm ao sabor do mercado. Também não podemos delegar os mais pobres uma medicina de segunda linha, enquanto os políticos correm para os hospitais de vanguarda, muitas vezes com tratamentos custeados pelos nossos próprios bolsos”.

Fonte: Ascom

 

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