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Política - Nacional

Tarso: governo não tomará decisão precipitada sobre sucessão no Congresso


Luiza Damé - Agência O Globo BRASÍLIA - O governo vai continuar acompanhando a disputa pela sucessão na Câmara e no Senado, mas não pretende se envolver diretamente no assunto neste momento. Segundo o ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de que o governo não tome nenhuma posição precipitada em relação à disputa. Ele frisou que os presidentes da Câmara e do Senado precisam ser respeitados e ter bom trânsito com a oposição. - A visão que o governo tem é que não devemos apressar o ritmo de decisão sobre este problema porque tanto o presidente da Câmara como o presidente do Senado, se representa uma maioria, têm também de ter trânsito e respeitabilidade com a oposição. A presidência de uma instituição não é a presidência de um lado. Portanto, temos de acompanhar o diálogo, emitir opiniões, mas não tomar nenhuma decisão precipitada em relação ao assunto. Essa é a orientação que recebi do presidente e é assim que vou acompanhar o assunto - afirmou. O ministro, que se reuniu com o presidente na manhã desta sexta-feira no Palácio da Alvorada, disse que a sucessão no Congresso é uma disputa que deve ser travada no Parlamento, mas defendeu que o governo tenha um diálogo preferencial com os partidos que o apóiam. - Essa disputa na Câmara é uma disputa no Parlamento, não é uma questão da coalizão política que está sendo formada a propósito do governo, embora os partidos que integram o governo devam ter um diálogo preferencial para tratar dessa questão - disse. Ainda segundo o ministro, o PT tem o direito de apresentar candidato. Ele frisou, porém, que a pressão para que a decisão seja tomada logo não é bem-vinda. - O PT é nuclearmente de governo, é um partido forte, é um partido que esteve no centro da vitória do presidente e tem o direito de fazê-lo. Obviamente, a pressão nas decisões não é aconselhável porque temos de trabalhar com o conjunto da nossa base aliada - disse.

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