Sábado, 31 de março de 2018 - 15h15

247 - O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que defende Michel Temer no âmbito do inquérito do Portos, disse que o emedebista está "constrangido" e "muito aborrecido" com a prisão de seus amigos próximos – o advogado José Yunes e o coronel João Baptista Lima Filho -, além do aliado e ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi, no âmbito da Operação Skala, deflagrada na última quinta-feira (29) pela Polícia Federal.
"Um verdadeiro processo kafkiano. O presidente está muito aborrecido com as prisões, constrangido, solidário a eles todos, homens de idade", afirmou Mariz após um almoço com Temer nesta sexta-feira. Ele, porém, nega que durante o encontro tenha tratado de alguma estratégia para blindar Temer de uma possível terceira denúncia por parte da Procuradoria geral da República.
"O presidente não foi atingido pela operação, logo não há porque peticionarmos nos autos", disse Mariz. "Há uma grande estupefação por parte do presidente, de minha parte e de toda a equipe em face dessa insistência, dessa obstinação em querer imputar a ele a prática de um crime", completou.
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