Porto Velho (RO) sexta-feira, 27 de março de 2026
opsfasdfas
×
Gente de Opinião

Política - Nacional

Trabalhadores em educação municipais de Porto Velho decidem paralisar as atividades por três dias


Em assembleia realizada na tarde de terça-feira (02/04), os trabalhadores em educação do município de Porto Velho decidiram paralisar as atividades por três dias, nos dias 23, 24 e 25 de abril.

Além de acompanhar a greve nacional convocada pela CNTE por piso, carreira, jornada e valorização dos profissionais da educação, os trabalhadores em educação municipais de Porto Velho farão um protesto pelo atendimento da pauta de reivindicações 2013, em negociação com o prefeito Mauro Nazif.
Durante a assembleia a categoria demonstrou insatisfação com a Prefeitura pela falta de respostas às reivindicações. Já foram realizadas duas rodadas de negociação neste ano e até agora o prefeito não respondeu à pauta satisfatoriamente.

Os educadores reclamam que tanto o prefeito quanto os secretários que participam das reuniões não demonstram boa vontade para atender ás reivindicações.

Os trabalhadores em educação aprovaram uma autorização para que o Sintero contrate um técnico com a finalidade de acompanhar a evolução da folha de pagamento da Secretaria Municipal de Educação em relação à arrecadação da Prefeitura. Assim a direção do sindicato e a comissão de negociação terá condições de cobrar um percentual de reajuste salarial de acordo com as possibilidades.

Ao aprovarem a paralisação de três dias os trabalhadores em educação deixaram bem claro que trata-se de um alerta à Prefeitura, e que se não houver avanço nas negociações, a categoria pode entrar em greve por tempo indeterminado.

O presidente do Sintero, Manoel Rodrigues, disse que a categoria está unida e determinada a fazer em Porto Velho um dos maiores movimento pela valorização dos trabalhadores em educação. “Os trabalhadores em educação precisam de salário justo e condições adequadas para desenvolverem as suas atividades. Sem essas condições mínimas não há como falar em melhoria da qualidade de ensino”, disse.

“Como é que o professor ou o técnico administrativo pode desenvolver o seu trabalho com qualidade sem ter as condições de que necessita para sobreviver. Os salários estão defasados pois não estão acompanhando a evolução do custo de vida, e as condições de trabalho não são boas”, finalizou Manoelzinho.

Fonte: Ascom
 

Gente de OpiniãoSexta-feira, 27 de março de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura

CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura

Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovaram, nesta quinta-feira (26), a

Maurício Carvalho defende isenção do imposto de renda para professores em audiência pública na Câmara

Maurício Carvalho defende isenção do imposto de renda para professores em audiência pública na Câmara

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizou, nesta quarta-feira (12), audiência pública para debater o Projeto de Lei 165/2022, que prop

Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia tem nova diretoria.

Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia tem nova diretoria.

Nesta quinta-feira, (07/09) o Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia  - (SINSEMPRO) realizou Eleições  para a escolha da nova d

Retomada do diálogo sobre a pavimentação da BR-319 é uma boa notícia ao setor produtivo, diz presidente da Fecomércio

Retomada do diálogo sobre a pavimentação da BR-319 é uma boa notícia ao setor produtivo, diz presidente da Fecomércio

O presidente da Fecomércio-RO e Vice-Presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho, se manifestou nesta quarta-feira 16.07 sobre a retomada das discussõe

Gente de Opinião Sexta-feira, 27 de março de 2026 | Porto Velho (RO)