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Política - Nacional

Vivo: fraudes, bloqueio de celulares em SP e Copa ajudaram a piorar resultados


Agência O Globo RIO - A Vivo, maior operadora de telefonia celular do país, divulgou nesta sexta-feira um prejuízo de R$ 493,1 milhões no segundo trimestre deste ano, um resultado negativo 95,1% maior que os R$ 252,7 milhões registrados no mesmo período do ano passado. A empresa afirma que a redução de clientes inativos por fraudes, o bloqueio de celulares perto de presídios em São Paulo e a Copa do Mundo ajudaram a piorar o resultado. A receita líquida foi de R$ 2,59 bilhões, uma queda de 9,8% na comparação com igual trimestre de 2005, uma vez que a Vivo decidiu reduzir a base de clientes, com a eliminação dos inativos que não conseguiu reativar. "Alguns desses clientes estavam inativos por fraudes e outros acumulavam débitos com a companhia", informa o balanço. A Vivo informou que o bloqueio do uso de celulares nas regiões próximas aos presídios de São Paulo, por um período de 20 dias, gerou uma perda de receita de R$ 18 milhões no segundo trimestre. O presidente da companhia, Roberto Lima, informou ainda que o resultado da empresa também foi afetado pela Copa do Mundo, pois nos dias de jogo do Brasil, segundo ele, o tráfego de celular "caiu significativamente". O total de assinantes ao final de março era de 28,52 milhões, praticamente estável em relação ao mesmo trimestre do ano passado, mas 5,4% inferior ao dos três primeiros meses do ano. A provisão para devedores duvidosos (PDD), que há três trimestres consecutivos castiga os resultados da companhia, teve um aumento de 148% neste trimestre ante período semelhante de 2005, para R$ 338,7 milhões. Além dos problemas de clonagem nas regiões em que atua por meio da rede analógica, a Vivo cita no balanço as despesas com migração de clientes para plataformas sistêmicas para evitar o problema. Isso causou um atraso na emissão de faturas, segundo a empresa. Ela também enfrentou aumento no custos de serviços de terceiros, principalmente em processamento de dados. A geração de caixa (Ebitda) foi de R$ 306,3 milhões, uma diminuição de 48,9% sobre o mesmo trimestre do ano passado, o que levou a margem Ebitda da Vivo para 11,8% das receitas, com retração de 9 pontos percentuais. Essa foi a menor margem Ebitda da companhia até hoje

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