Domingo, 3 de dezembro de 2017 - 15h07

Por Leonardo Attuch e Paulo Moreira Leite
O petroleiro José Maria Rangel, presidente da Federação Nacional dos Petroleiros (FUP), concedeu entrevista exclusiva à TV 247, em que falou sobre o desmonte da cadeia produtiva de óleo e gás no Brasil e afirmou que nada acontece por acaso. Segundo ele, o golpe de 2016 foi movido a petróleo e está relacionado à geopolítica mundial do setor.
– No governo Lula, a Petrobras descobriu a maior província petrolífera do mundo, que é o pré-sal. Depois, dados de um HD da Halliburton, que prestava serviços para a Petrobras, misteriosamente desapareceram. Em seguida, os Estados Unidos reativaram a quarta frota, a Chevron pressionou pela abertura do pré-sal, a presidente Dilma Rousseff foi espionada e chegamos ao golpe de 2016. O golpe foi totalmente movido a petróleo.
A prova disso, diz Zé Maria, se tornou pública neste mês de novembro, quando vazaram documentos da chancelaria britânica, indicando que o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, passou a atuar como lobista da Shell. Na entrevista, Zé Maria antecipou a ação judicial contra Pedrosa, por improbidade administrativa.
Zé Maria também falou que a política de conteúdo local no petróleo, implodida pelo governo Temer, gerou 2 milhões de empregos no setor, que foram destruídos pela Lava Jato.
Crítico da gestão de Pedro Parente, Zé Maria denunciou a iniciativa da Petrobras de reduzir a produção em suas refinarias, o que favorece a trading Glencore, controlada pela Bunge, empresa que era presidida por – adivinhem – Pedro Parente.
Na sua visão, só a volta do ex-presidente Lula poderá trazer de volta o dinamismo ao setor de óleo e gás.
– Importante lembrar que Lula iniciou sua campanha em 2002 prometendo reativar os empregos da indútria naval, no Rio de Janeiro. Prometeu e cumpriu.
Nos próximos dias, Zé Maria estará recebendo Lula na etapa da caravana no Rio de Janeiro.
Inscreva-se na TV 247 e assista à íntegra da entrevista:
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