Terça-feira, 6 de dezembro de 2016 - 11h09

247 – Na República Bananeira do Brasil, onde as leis deixaram de valer quando as forças conservadoras se uniram para afastar uma presidente eleita sem crime de responsabilidade (saiba mais aqui), o caos agora é total.
Nesta terça-feira, o ministro Gilmar Mendes defendeu nada menos que o impeachment do seu colega Marco Aurélio Mello, o motivo: Mello afastou por liminar o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
"No Nordeste se diz que não se corre atrás de doido porque não se sabe para onde ele vai", disse ainda Gilmar (saiba mais aqui).
A queda de Renan coloca em xeque o projeto golpista, uma vez que o senador alagoano vinha colocando em pauta as medidas defendidas pela aliança PMDB-PSDB, como o teto de gastos e a reforma da Previdência.
O sucessor de Renan, Jorge Viana (PT-AC), já disse que não pretende levar adiante a PEC 55, que congela gastos por vinte anos.
Relembre (VÍDEO AQUI), outra polêmica recente de Gilmar, com o também ministro Ricardo Lewandowski.
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