Quarta-feira, 11 de agosto de 2010 - 15h29
A Prefeitura de Porto Velho, através das secretarias municipais de Obras (Semob) e de Projetos Especiais ( Sempre), deve asfaltar cerca de 120 quilômetros das ruas da capital até o final deste ano. São obras que movimentam toda a estrutura destas duas secretarias, mas que tem sido alvo de algumas críticas. Algumas pessoas entendem que os transtornos causados à população poderiam ser evitados. “Chegaram a sugerir que fizéssemos as obras, durante o período da noite, como é feito em grandes cidades, mas isso seria viável se a prefeitura não estivesse sido transformada em um verdadeiro canteiro de obras ”justifica o secretário municipal de Obras, Marcelo Fernandes.
Os transtornos causados pelas obras de asfaltamento e recapeamento nas avenidas Calama e Abunã tem sido os mais questionados pela população, mas segundo o secretário, agora é um momento que exige a paciência e a compreensão dos moradores. “A prefeitura fez um comunicado oficial, através de rádios e tvs, uma semana antes de iniciar as obras, isso significa dizer que a população foi avisada destes transtornos e de que eles são inevitáveis” explica Fernandes.
Ainda segundo o secretário, a população precisa analisar a situação da seguinte forma: primeiro, foi avisado sobre as obras. Segundo, a Semob tem trabalhado com auxílio da secretaria municipal de trânsito, que instalou uma sinalização especial para a situação e ainda conta com o apoio dos Agentes de Trânsito. Terceiro, a prefeitura está executando a obra de recapeamento e em alguns trechos de drenagem, por partes, ou seja, a cada dia interrompe apenas uma parte ao longo das avenidas Calama e Abunã, sempre tomando o cuidado de interromper o trânsito somente depois das 8 da manhã, até ás 18 horas, quando começa o horário de maior fluxo. “Alguns trechos interrompidos foram maiores, como o caso do canal dos Tanques, onde não há vias secundárias e isso exige um pouco mais de paciência dos motoristas” diz o secretário.
Obras à noite
Os motivos pelos quais não é possível executar as obras à noite, também são explicados pelo secretário. “É toda uma logística necessária que no momento nós não temos condições, por exemplo, nós precisamos preparar a rua, quebrar rampas mal feitas que alguns moradores fizeram para entrar em suas garagens, isso quer dizer fazer barulho, debaixo da janela do morador que está dormindo. Outra, precisamos lavar o local, colocar o primeiro produto (imprimar), e com sol seca mais rápido, antes de colocar a capa asfáltica. E ainda, precisaríamos trabalhar em dois turnos, ou seja manter funcionando toda a estrutura da Semob, durante o dia e a noite, os setores da usina, oficina mecânica leve e pesada, abastecimento das máquinas e caminhões, borracharia, enfim, uma estrutura que nem o próprio Dnit, que é um órgão federal, consegue manter” desabafa Marcelo Fernandes.
Já para o prefeito Roberto Sobrinho, a questão do transtorno vai muito mais além do que simplesmente atender um pedido inviável para executar as obras à noite. “Quem está reclamando, são as mesmas pessoas que cobram da nossa administração, o aproveitamento do verão para a execução das obras, mas nós estamos tranqüilos, o cronograma está indo muito bem, as obras da Calama e Abunã devem terminar lá para final de outubro, como o previsto e nós temos que lembrar sempre, que o transtorno é temporário e o benefício é definitivo”, concluiu o prefeito.
Fonte: Nara Vargas
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