Segunda-feira, 15 de maio de 2017 - 14h50
Na manhã da última terça-feira (09), a Associação dos Ferroviário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (Assofermadmoré) com seu representante george telles de menezes esteve presente com membros da União, Funcultura, MP e o Exército na sede do Ministério Público Federal na capital porto Velho (RO) para buscar o apoio necessário para tentar solucionar e resolver o problema da falta de segurança pública do complexo ferroviário.
Durante o encontro foi questionado e proposto o apoio do Exército brasileiro na capital rondoniense relacionada a segurança do local devido o General Costa Neves morar na frente de dos pontos de tráfico e consumo de drogas no complexo tombado. Segundo representantes do exército esse tipo de trabalho só pode ser realizado após um decreto presidencial ser assinado com a devida ordem, como aconteceu em janeiro, quando foi assinado o termo para o exército dar apoio nas varreduras em presídios
Segundo o exército, esse tipo de trabalho poderia ser realizado de duas maneiras, com o poder de polícia em faixa de fronteira e por decreto presidencial de GLO, como o patrimônio da EFMM não está em cidade fronteiriça, nada pode ser feito pela força armada, outro termo que poderia ser realizado seria a Garantia da Leia da Ordem (GLO). Os casos que vem acontecendo nos presídios é um exemplo.
Segundo a associação dos ferroviários e a Funcultural, 25 usuários de drogas estão morando dentro da oficina da Praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, que além de estarem ocupando uma parte do patrimônio histórico também estão comercializando as peças dos trens e outras peças da oficina nos pontos de drogas.
Para União, o maior problema de implantar um projeto de segurança pública no local seria o patrocinador, quem pagaria pelo serviço, pois poderia ser o próprio Iphan, Ministério da Cultura ou Ministério do Planejamento, através da União. Uma liminar que obriga o Estado a fazer ronda policial no local e implantar câmeras de monitoramento para melhor observar o complexo não está sendo cumprida, segundo a funcultua apenas uma câmara de segurança está funcionando. Outro problema é o grande número de efetivo da Polícia em repartições públicas, que faz com que o policiamento na capital fique defasado e faça com que o número de crimes cresçam no complexo ferroviário.
Um estudo para contratação de uma empresa privada de segurança para tomar conta do local foi sugerido, mas não foi convincente para por o projeto em ação, a União sugeriu um estudo mais aprofundado da prefeitura de Porto Velho para a implantação de eventos e consequentemente a administração do complexo, que seria mais viável no momento.
Fonte:George Telles
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