Domingo, 26 de julho de 2009 - 16h50
No Estado do Acre foram registrados 404 novos casos de leishmaniose até junho. Somente na capital, Rio Branco, foi registrado 93 casos. No ano passado 1.206 pessoas contraíram a doença. Os números de casos da doença são maiores na região Norte e Nordeste, onde as condições sanitárias são mais precárias e favorecem a propagação da doença.
A leishmaniose é transmitida pelo mosquito Lutzomia longipalpis, mais conhecido como mosquito da palha ou birigui, típico da zona rural. Em Rio Branco existem várias colônias em áreas afastadas e nesses locais o mosquito é facilmente encontrado. No ano passado, por exemplo, a capital registrou 326 casos.
Mesmo na região Sudeste o número de casos vem aumentando. O DNDi (sigla em inglês para Iniciativa de Medicamentos para Doenças Negligenciadas) considera que pode haver risco de uma epidemia, já que a doença é negligenciada pelo poder público, principalmente por se tratar de uma enfermidade que afeta principalmente pessoas em extrema situação de pobreza, não havendo interesse por parte das indústrias farmacêuticas em desenvolver novos medicamentos.
A doença causa feridas na pele decorrentes da leishmaniose que geralmente saram por si mesmas sem tratamento, mas pode levar anos para cicatrizar e até mesmo deixar marcas. Alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). Nos casos de leishmaniose visceral os órgãos mais atingidos são: baço, fígado e medula óssea.
Existe cura para a leishmaniose, mesmo em situação graves, mas quanto mais demorar a receber o tratamento, a situação pode ficar pior, sendo necessário que a pessoa procure um médico o mais rápido possível. A melhor forma de prevenir a doença é higienizar a casa para afastar o mosquito.
Fonte: Amazônia.org. cominformações são do jornal A Tribuna.
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