Sábado, 11 de fevereiro de 2012 - 16h09
Assim como vem acontecendo nos maiores centros financeiros do país, o Banco do Brasil em Rondônia também está promovendo um cenário de total terrorismo com seus funcionários, especialmente com sua postura de ditadura total ao impor metas abusivas para seus trabalhadores, forçando-os ao cumprimento ou, caso contrário, ao total constrangimento e assédio moral.
É o que foi constatado pelo Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB/RO), em diversas visitas às principais agências do BB em Porto Velho. De acordo com os dirigentes sindicais, há denúncias de que o a Superintendência regional do banco está impondo metas completamente impossíveis de serem cumpridas pelos trabalhadores. Um bom exemplo disso é uma meta de R$ 3 milhões em Previdência para ser atingida em apenas cinco dias.
“Ora, isso é humanamente impossível de ser alcançado. O trabalhador já exerce uma atividade extremamente extenuante durante seu trabalho e ainda é obrigado a vender produtos desnecessários para os clientes só para fazer cumprir essa missão impossível imposta pelo banco? São atitudes como essas que adoecem o trabalhador, tornando-o uma espécie de refém destas determinações absurdas que, se não são cumpridas, compromete a rotina de cada um dos funcionários”, avalia Euryale Brasil, Secretário Geral do SEEB/RO.
E para comprovar que a postura adotada pelo Banco do Brasil visa tão somente o lucro, o SEEB/RO também menciona os casos de total descaso para com a saúde dos trabalhadores, que são obrigados a trabalhar diariamente em ambientes insalubres. Um bom exemplo disso é a agencia central do Banco, localizada na avenida Dom Pedro II, no Centro de Porto Velho.
Aquela unidade continua passando por uma ampla reforma em sua estrutura, o que impõe aos trabalhadores e aos clientes e usuários um ambiente tomado por poeira, pó, e odores de produtos químicos utilizados na obra. Além disso, ainda existe o risco com a utilização de madeiras e outros produtos para o lacre de partes do prédio em obra.
“Tudo isso põe em risco a integridade física dos funcionários e as pessoas que utilizam os serviços daquela agência. O Sindicato já fez inúmeras denúncias sobre este caso aos órgãos competentes, a exemplo da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) e Corpo de Bombeiros, mas nada foi feito até agora. Vamos continuar vigilantes para garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores do Banco do Brasil”, conclui o sindicalista.
Fonte: Rondineli Gonzalez
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