Quarta-feira, 16 de novembro de 2011 - 14h11
A greve dos trabalhadores do Banco da Amazônia chegou, nesta quarta-feira, 16/11, ao seu 51º dia e, de acordo com informações oriundas do gabinete do relator do processo do dissídio coletivo, ministro Fernando Eizo Ono (Tribunal Superior do Trabalho), o processo foi entregue à secretaria do seu Gabinete e posteriormente, será encaminhado ao Ministério Público.
A orientação agora é aguardar a manifestação do Ministério Público que deverá divulgar nos próximos dias a data do julgamento do dissídio.
Mas a corrida contra essa demora no julgamento do dissídio se intensificou ainda na segunda-feira (14/11), quando a Subprocuradoria da República, na pessoa do subprocurador Otávio Brito, convocou a Contraf/CUT, a Contec e o SEEB/Maranhão para uma reunião na próxima sexta-feira, 18, antes de encaminhar seu parecer para o ministro relator do TST.
Antes, na quinta, quem se reunirá com o subprocurador serão os representantes do banco.
RONDÔNIA
Em Rondônia a greve continua firme, com os trabalhadores de braços cruzados em frente às agências. Em Porto Velho, pessoas ligadas à direção do banco arrancaram, na última segunda-feira, os cartazes de greve pregados nas paredes e janelas da unidade central. No entanto, os grevistas voltaram, nesta quarta, a adesivar a agência.
A paralisação dos funcionários do Banco da Amazônia começou com a greve nacional de todos os bancos, desencadeada no dia 27 de setembro, e encerrada 21 dias depois após reunião da Fenaban com o Comando Nacional dos Bancários. Contudo, os empregados do Banco da Amazônia, a exemplo do que aconteceu ano passado, decidiram permanecer em greve, já que a proposta não contemplou as reivindicações de equiparação salarial com os demais bancos federais, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
“Os trabalhadores também clamam pela elaboração e execução de um novo PCCS, defasado desde 1994, bem como uma maior contrapartida do Banco da Amazônia no custeio do Plano de Saúde e outros pontos que, até o momento, vem sendo ignorados pela administração do banco”, comentou José Pinheiro, presidente do Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia – SEEB/RO.
O Sindicato dos Bancários de Rondônia apóia a continuidade da greve no Banco da Amazônia, até que saia o resultado do julgamento do dissídio coletivo.
Fonte: Rondineli Gonzalez
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