Sexta-feira, 21 de outubro de 2011 - 20h13
Sem reajustes salariais há mais de dez, deficiências nas condições de trabalho, e perdas na forma de recebimento do adicional de insalubridade, servidores estaduais da saúde podem deflagrar greve em Rondônia. O motivo é que eles estariam revoltados com a postura do governo, que não atende aos pedidos de audiências para tratar do PCCR (Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações) da categoria.
O presidente do Sindsaúde, Caio Marin, informa que vem tentando há mais de 30 dias, por meio de ofício, uma audiência com o governador, sem obter resposta. O requerimento foi reiterado nesta quinta-feira (21), quando quatro diretores do Sindicato foram pessoalmente ao gabinete do secretario chefe da Casa Civil, Ricardo de Sá Vieira, entregá-lo em mãos mais um pedido de audiência com Confúcio Moura para tratar sobre o PCCR dos servidores da saúde.
REVOLTA
Durante reuniões ocorridas na semana passada, entre a diretoria do Sindsaúde e servidores, nas unidades: HB, LACEN, Hospital Infantil, ANGEVISA, Hospital João Paulo II, Policlínica Osvaldo Cruz, CEMETRON, foi evidente a revolta: “o governo não pode seguir fazendo o que fazia o governo anterior, empurrando o nosso Plano. Não dá para esperar mais! Já temos esperado há anos! E essa forma que ele vem agindo está gerando revolta entre a nossa categoria”, declarou a enfermeira Viviane Câmara.
Para a servidora Maria de Lourdes, o governo está ignorando os trabalhadores da saúde. “Estamos muito decepcionados. Esperávamos mais desse governo, que, como médico, nos olharia mais. Mas, o que acontece é que ele nem ao menos nos recebe, e nos ignora”, desabafou.
O presidente do Sindsaúde, Caio Marin, revela que já há um indicativo de greve na saúde, e que, caso o governador não receba o Sindicato, será convocada uma assembléia geral para uma possível deflagração de um movimento paredista. “Se chegou a esse consenso nas reuniões com os servidores, pois temos buscado o diálogo, recorrendo a um caminho harmonioso, mas o governo não faz a sua parte, se mostrando indiferente aos interesses dos servidores da saúde desse Estado”, disse Caio.
Fonte: Lucas Tatuí
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