Sexta-feira, 6 de novembro de 2009 - 15h53
Se os partidos de ponta na disputa do governo do estado de Rondônia, como PT e PMDB, estão recorrendo às prévias pra definir a indicação de seus respectivos postulantes – uma forma democrática encontrada pelos seus dirigentes para resolver as pendengas - já na base governista o ungido chapa-branca terá apenas um para decidir: o governador Ivo Cassol.
Convencer o tucano Expedito Júnior com o bloco na rua a desistir da empreitada de galgar o Palácio Presidente Vargas, não tem sido uma tarefa fácil para o governador, que tem reiterado que pretende fazer dobradinha ao Senado com o aliado de tantos anos, fortalecendo a candidatura ao governo do atual seu vice João Cahula. .jpg)
Se no PDT, o senador Acir Gurgacz não terá dificuldades em emplacar sua candidatura ao governo, já que detém maioria do Diretório Regional, e no PMDB tudo se encaminha favoravelmente para o atual prefeito de Ariquemes Confúcio Moura, o mesmo já não acontece dentro do PT onde ninguém dos três pré-candidatos - Roberto Sobrinho, Fátima Cleide e Eduardo Valverde – falam em abreir mão da disputa.
Existem por conseguinte, ameaças de rachas na base governista e no PT. A coalizão situacionista que congrega 17 legendas, se divide entre Cahulla e Expedito, representando desta forma riscos na disputa com a oposição.
No PT, a escolha de um candidato também pode deixar marcas. O deputado federal Eduardo Valverde tem sido o político mais generoso, sempre renunciando as disputas, em nome da união do partido e acha que agora é sua vez. Fátima, alega que é a senadora mais votada ao Senado de todos os tempos e já esta com seu nome em campo. Por ultimo, o prefeito Roberto Sobrinho e seu grupo, entendem que o alcaide apresenta as melhores condições de chegar lá.
Como se vê, muita coisa acabará se resolvendo apenas nas convenções de junho, quando os partidos finalmente vão homologar seus nomes. Até lá, as disputas intestinas, os processo de autofagia podem ir corroendo as entranhas das alianças, surgindo também novos nomes, caso se confirme à cassação do governador Ivo Cassol, além de uma eventual candidatura do atual prefeito de Ji-Paraná José Bianco (DEM), que só deve se pronunciar sobre a corrida sucessória estadual depois de março do ano que vem.
Fonte: Carlos Sperança
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