Segunda-feira, 14 de junho de 2010 - 11h42
Os jogos da Copa do Mundo, em especial do Brasil, as feiras agropecuárias, arraiais e a chegada de mais um feriado estadual, o da próxima sexta-feira (18) em comemoração ao Dia do Evangélico, aliados à ausência de uma unidade de urgência e emergência municipal de Porto Velho, aumentam a preocupação do Governo de Rondônia, considerando que a tendência é que aumente também o índice de acidentes superlotando ainda mais o Pronto Socorro Estadual João Paulo II (HPJII).
A preocupação existe pelo fato de no período de 3 a 6 de junho, quando houve final de semana prolongado em função do feriado de Corpus Christi (3), de acordo com o diretor Rodrigo Bastos, a unidade referência de urgência e emergência do Estado, o HP JPII, registrou 113 atendimentos de acidentes de trânsito, e desses pelo menos 90% envolveram motociclistas; foram 23 acidentes de trabalho, 13 agressões físicas, seis ferimentos por arma branca, um ferimento por arma de fogo, duas queimaduras e realizadas 37 cirurgias, entre outros procedimentos, a maioria de baixa complexidade, que com a falta de uma unidade municipal acaba sendo levada para a rede estadual.
O secretário estadual da Saúde, Milton Moreira, reforçou que a administração estadual tem trabalhado no sentido de evitar a superlotação, ampliando o número de leitos, contratando profissionais com especialidades diversas e pessoal de apoio, bem como, promovendo atendimento seguindo a classificação preconizada pelo Ministério da Saúde para Estados e municípios, mas encontra barreiras na administração municipal da Capital, que por não cumprir seu papel, que é garantir a assistência básica ou de baixa complexidade, contribui com o aumento expressivo da demanda, em especial no João Paulo II, que atende a pacientes de todos os municípios, inclusive dos Estados vizinhos, sendo a maioria da Capital rondoniense.
“Infelizmente, sem a contrapartida dos municípios, principalmente da Prefeitura da Capital, que tem demanda hospitalar maior, o Governo do Estado tem que se desdobrar para atender à demanda que cresce cada vez mais como reflexo do desenvolvimento do Estado”, afirmou Milton Moreira, ressaltando que por orientação do governador João Cahulla, não basta apenas a Sesau oferecer o serviço nos hospitais, mas tem que haver qualidade e é para atender a esse requisito que são ofertadas capacitações a todos os servidores em períodos diferenciados.
Segundo o diretor do João Paulo II, os acidentes de trânsito na Capital vêm aumentando consideravelmente. De janeiro a maio de 2009 foram 2.527 atendimentos. No mesmo período de 2010 já foram 3.439 vítimas de trânsito, o que representa um aumento de 36% em relação ao período anterior. “O aumento da frota de veículos, ruas esburacadas, mal sinalizadas e a imprudência de muitos condutores têm contribuído sobremaneira para o elevado índice de acidente de trânsito em Porto Velho”, disse Rodrigo Bastos, completando que tal fato aliado à condição de não haver no município outro serviço de atendimento (hospital) colabora para a superlotação expressiva no JPII.
Fonte: A/I SESAU
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