Quarta-feira, 16 de novembro de 2011 - 17h24
O Núcleo atuará como porta voz do governador Confúcio Moura nas decisões sobre negociações com os sindicatos. O colegiado, composto por três membros, receberá as reivindicações dos dirigentes sindicais e as encaminhará, quando for o caso, para estudos financeiros e orçamentários; levantamentos de informações e análise de seus conteúdos. O resultado será submetido a apreciação do Conselho de Gestão Estratégica, que o discutirá com o governador.
O Núcleo é presidido pelo secretário-adjunto das Finanças, Wagner Luiz de Souza e tem como membros o procurador do Estado, Nilton Djalma dos Santos Silva e o técnico da Procuradoria Geral do Estado, Abrailson Lopes da Cruz.
Dirigentes sindicais elogiaram a decisão do governador Confúcio Moura de criar o núcleo de relacionamento, que restabeleceu uma política de relacionamento com os servidores que havia sido interrompida nos últimos oito anos.
Transposição
Confúcio Moura aproveitou a oportunidade para propor aos sindicalistas um acordo para tentar acelerar o enquadramento dos servidores na transposição. O governador teme que o ritmo de trabalho da Comissão Interministerial nomeada pelo governo federal para fazer o serviço arraste o enquadramento para 2013.
A sugestão de Moura é propor ao governo federal que todo o serviço de enquadramento seja feito pelo Estado, e que o resultado do trabalho seja entregue à Comissão Interministerial. O governador garantiu que o Estado consegue concluir o trabalho em 90 dias.
Gestão Responsável
O governador também fez uma breve apresentação sobre os limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para os gastos com pessoal, por meio de um estudo das possibilidades de reajuste de pessoal, sob o foco da gestão fiscal responsável.
Ele manifestou a disposição do governo em “negociar sempre de portas abertas para evitar situações extremadas”. Segundo ele, o governo vai “conversar exaustivamente com todas as categorias, para evitar a greve”, que ele definiu como “um processo penoso, difícil e desgastante”.
Confúcio fez algumas simulações para mostrar o comportamento dos gastos de pessoal com relação ao limite máximo de 49%. Segundo os números apresentados, da forma que a folha está, mesmo sem reajuste algum, só com o chamado crescimento vegetativo, que é a incorporação de progressões, reestruturação de carreiras, quinquênios etc, o gasto com pessoal vai atingir o limite prudencial de 46%, já em 2014. O governador apresentou outras simulações disse que a saída é mesmo a transposição.
Fonte: Decom
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