Sexta-feira, 4 de abril de 2014 - 14h07
Os sindicalistas representativos do serviço público estadual rondoniense tiveram uma surpresa na tarde de ontem 03, em mais uma das cansativas reuniões que envolvem a negociação da revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos servidores da saúde.
Alegando questões relativas ao limite prudencial imposto pela lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o procurador do Estado, Leandro Veloso, disse que não será mais possível negociar qualquer mudança nos valores da tabela atualmente praticada pelo Estado.
Não bastasse isso, o procurador ainda disse que os servidores estaduais já são bem remunerados, além do quê “são muito fracos tecnicamente e incompetentes”. Indignado, Caio Marin e os representantes sindicais da saúde, se reuniram e discutiram uma estratégia conjunta.
Uma das decisões tomadas pelos sindicalistas para combater decisão do Governo é uma visita ao Tribunal de Contas. O objetivo é colher mais informações sobre o relatório que recomenda a diminuição de despesas com pagamento de pessoal. Os sindicalistas também irão comunicar à Justiça sobre a quebra do acordo assinado pelo próprio Governo e os sindicatos em 2012 que suspendeu a greve da saúde daquele ano.
Caio Marin vai procurar ainda a Assembleia Legislativa para que estude uma forma de barrar a criação de mais cargos comissionados no Governo estadual. “Se não há dinheiro para pagar os estatutários que diminuam o excesso de cargos comissionados. Esse é o grande problema da falta de recursos do Governo para pagamento da Folha”, comentou Caio. Segundo ele, a partir de agora, os sindicatos só vão se sentar para negociar com o governador Confúcio Moura.
A reunião foi realizada às 11 horas, no Gabinete da Superintendência de Administração de Rondônia e contou com a participação dos sindicatos dos Servidores do Poder Executivo (SIntraer), Enfermagem (Sinderon), e Médicos (Simero). A decisão de não negociar o PCCR com os servidores não muda as outras frentes de negociações do Sindsaúde com o Governo, como é o caso do realinhamento, insalubridade, tíquete refeição, e horas extras.
Fonte: Marcos Santana
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