Quarta-feira, 23 de maio de 2018 - 18h38

Os protestos dos caminhoneiros, com bloqueio de estradas e de ruas, que atinge parte dos estados brasileiros em protesto contra o aumento do preço dos combustíveis, efetivamente, gera muita preocupação como afirmou o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araujo Coelho, que não esconde que a continuidade das paralisações produz riscos para a atividade comercial em todo o estado. Segundo ele, “o risco mais evidente é o de falta de combustível. Em geral existe um estoque para abastecimento de uma semana, mas, dependendo do município os problemas podem ser maiores”. Já o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Rondônia (Sindpetro-RO), disse que, caso a paralisação na BR-364 e na Estrada do Belmont, ponto de entrada do combustível, em Porto Velho, continue pode faltar combustível na próxima quinta-feira (24). O secretário executivo do Sindpetro-RO, Carlos Eduardo, afirmou que “Há regiões do interior de Rondônia que já estão sem combustível, devido a paralisação em vários pontos da BR-364 desde segunda-feira (21). Com o fechamento da Estrada do Belmont, Porto Velho também entra nessa lista”.
Um outro risco advém de que, como os bloqueios impedem o transporte de cargas refrigeradas e alimentos perecíveis, muitos produtos podem começar a faltar no mercado. E se continuar este quadro, conforme a entidade, há risco mesmo de desabastecimento em cerca de quinze dias, que é o prazo de reposição de produtos para o consumidor. Rondônia é muito dependente do modal rodoviário e é fortemente penalizada a greve dos caminhoneiros. O risco de desabastecimento e a falta de escoamento da produção é enorme. E se estende ao Amazonas e Acre que também serão fortemente afetados se o movimento se estender por longo tempo. É preciso atentar que, ainda que a greve tenha razão de ser, no entanto, é preciso se preservar o fluxo dos alimentos e dos insumos para a produção. Para Raniery Coelho “Por mais que a paralisação tenha motivos é preciso levar em conta o interesse público, pois, impedir a continuidade da produção pode gerar consequências muito graves para todo o País, especialmente, porque o comércio, a indústria irão parar, as pessoas poderão passar fome, animais irão morrer no campo com a falta de insumos. Os prejuízos para o setor produtivo e para o País são incalculáveis”. Por tal razão está encaminhando carta ao presidente da República pedindo uma negociação urgente que acabe com a greve dos caminhoneiros.
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