Sábado, 31 de dezembro de 2011 - 20h03
A Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Porto Velho, vinculada à CNBB- Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, filiada ao MNDH- Movimento Nacional dos Direitos Humanos, desde sua atuação (2002) tem pautado suas ações numa perspectiva da promoção e defesa dos Direitos Humanos.
Nesses anos de caminhada, é notório o crescimento de direitos violados com a população rondoniense, especificamente na área de segurança publica.
A população não aguenta mais tanta dor, desrespeito vivenciados no seu dia-a-dia. Nesse contexto a CJP acompanhou as angustias de mães que perderam seus maridos, filhos e amigos por conta do aumento da criminalidade.
Nos últimos meses a imprensa local noticiou que uma das zonas mais violentas da capital de Porto Velho é a zona leste, tendo nesses últimos 11 meses uma soma de 43 homicídios, sendo 4 mortes ao mês. A zona leste também recebe a fama também como a que mais sofre ação do trafico de drogas.
Durante os trabalhos da CJP, acompanhamos vários casos de ausência de políticas publicas e descaso com as famílias da zona leste: a morte do jovem Josafa Borges que foi assassinado brutalmente por policial militar; a morte de 05 jovens que até o momento não se sabe quem ceifou suas vidas; a morte da jovem Adriele Cruz Queiroz, que teve sua vida interrompida aos 15 anos de forma cruel, e tantos outros...
Não podemos nos calar, e em nome da jovem Adriele, que neste dia 30 de dezembro de 2011 completam-se 06 (seis) meses de sua morte queremos pedir JUSTIÇA!
Basta de intolerância e omissão dos órgãos competentes que deveriam zelar pela vida das pessoas.
Quantos mais precisam perder sua vida brutalmente? Queremos encontrar nossos jovens estudando, se qualificando, praticando esportes e não corpos achados em matagais e córregos, sem elucidação do crime.
Não nenhuma política pública governamental voltada para os tratamentos de crianças, adolescentes, jovens e adultos usuários de drogas, pois percebemos que muitas vezes este vício é o maior causador de homicídios brutais e roubos cometidos por menores cada vez mais jovens.
Também não se percebe a presença da segurança pública, que deve vir acompanhada da infra-estrutura básica como: iluminação pública, asfalto, transporte decente, creches, escolas e ensino técnico, esporte e lazer e etc...
Diante de tudo isso, EXIGIMOS ações urgentes dos Gestores Municipal e Estadual a fim de que as políticas públicas saiam do papel e sejam implantadas e implementadas em favor do povo, como os programas de proteção existentes no Brasil,criação de secretaria estadual de Direitos Humanos!
Assim como nos diz o Papa João Paulo II: “ A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta desde o momento da concepção. A partir do primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ser reconhecidos em seus direitos de pessoa entre os quais estão os direitos invioláveis de todo Ser inocente à vida”
Porto Velho,30 de dezembro de 2011
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