Segunda-feira, 8 de junho de 2009 - 12h10
Os servidores da saúde foram forçados a entrarem em greve pela arrogância, truculência, intransigência e descaso do governador Ivo Cassol com pessoas, e sua opção de investir apenas em asfalto e concreto; além de beneficiar somente seus apaniguados com cargos e um aumento salarial.
Essa postura do governador impediu, infelizmente, uma solução negociada para um impasse que já dura vários meses, em relação à revisão do Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS) dos servidores da Saúde, que já foi negociado com a Secretária Estadual de Saúde e aprovado pela Comissão Estadual de Saúde, desde novembro de 2008.
A proposta está há muito tempo nas mãos do governador e falta apenas ser enviada à Assembléia Legislativa para aprovação e implementação. Entretanto, alegando uma suposta crise em Rondônia (que só existe na esperteza do governador), Cassol mantém a sua conhecida postura de birrento e turrão, colocando em risco a vida da população.
É importante ressaltar que os profissionais da saúde, com seus Sindicatos à frente, agiram sempre com muita responsabilidade, buscando todos os canais possíveis de negociação e tentaram, de todas as formas, evitar uma greve.
Depois de tanto esperar, há mais de um mês que a categoria vem fazendo assembléias, manifestações e paralisações parciais de advertência, alertando o governador e os deputados estaduais de que a greve estava na iminência de acontecer; mas o descaso das autoridades foi maior e não deixou outra alternativa que não fosse uma greve na saúde.
É necessário esclarecer que o Estado de Rondônia tem plenas condições de atender as reivindicações dos servidores, prova disso é que o governador criou uma nova secretaria em março deste ano, uma tal de Assuntos Estratégicos, e mais centenas de cargos comissionados; concedeu 25% de aumento aos maiores salários do Executivo; a arrecadação cresceu 14% de janeiro a abril deste ano; e foi anunciado recentemente o maior pacote de obras (asfalto e concreto) da história de Rondônia, 1 bilhão e 200 milhões de reais.
Diante de tal cenário só existe uma conclusão possível: a GREVE NA SAÚDE É UMA (IR)RESPONSABILIDADE DO GOVERNADOR IVO CASSOL.
Porto Velho(RO), 08 de junho de 2009.
A DIREÇÃO.
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