Quarta-feira, 7 de julho de 2010 - 06h06
Não há dinheiro que possa mudar uma estrutura quando ela está apodrecida. O governo investiu mais de 34 milhões de reais em segurança, para impedir que os presos mais perigosos do Brasil tenham contato com o mundo exterior, nos presídios de segurança máxima. Em Tucunduva, interior de São Paulo, foi como se toda essa fortuna fosse jogada no lixo. Uma reportagem da Rede Globo, no final de semana, mostrou claramente como os grandes criminosos continuam comandando esquemas de compra de armas, de tráfico de drogas e até planejando assassinatos. Os celulares continuam entrando nessas cadeias, que deveriam isolar esses facínoras incuráveis para sempre, como se eles, presos, estivessem livres e soltos. De dentro de suas celas, falando a hora que querem e com quem querem, os bandidos se mantém no comando do crime nas ruas. Condenado a mais de 500 anos de cadeia – a pena máxima no Brasil é de 30 anos, portanto todo o restante é só para enganar trouxa – o maior criminoso do país, conhecido como Andinho, coordena de dentro da prisão todas as ações de seus subordinados. Inclusive mandando matar quem quer que ele não goste.
A OAB chia e grita contra as gravações de conversas de advogados com seus clientes nesses presídios. Exige o fim desta ação. Mas não fosse isso, como o apodrecido sistema prisional permite que corruptos fechem os olhos para que presos recebam celulares, suspeitando-se de agentes penitenciários corruptos e inclusive de advogados, Andinho teria conseguido cometer mais uma dezena de crimes, organizando-os de dentro de sua cela. Como disse um promotor na entrevista à Globo, a única coisa que mudou na vida do bandidão é que agora ele não precisa pagar nem moradia nem alimentação do seu bolso. Nós, os trouxas, pagamos para que ele continue mandando nos matar. Uma vergonha...CLIQUE E LEIA MAIS NA COLUNA "PRIMEIRA MÃO" DO JORNALISTA DE OPINIÃO SERGIO PIRES.
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