Quarta-feira, 14 de julho de 2010 - 13h07
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Caminhões de carga fizeram fila em frente aos postos fiscais de Rondônia na manhã desta quarta-feira (14), quando servidores da Secretaria de Finanças (Sefin) paralisaram suas atividades em protesto às más condições de trabalho, falta de segurança nos postos fiscais e indefinição na investigação da morte de um auditor fiscal ocorrida há quase dois anos em Ji-Paraná.
O representante dos auditores fiscais, Mauro Roberto, avalia que o movimento paredista foi bem sucedido, e que teve a adesão de servidores de todo o Estado, abrangendo as agências de rendas, as delegacias regionais e os postos fiscais fazendários. “Após essa manifestação, o Sindafisco [sindicato dos auditores fiscais] juntamente com o Sintec-RO [sindicato dos técnicos tributários] convocará nova assembléia para avaliar o efeito do movimento, bem como as ações que o governo venha a tomar para solucionar os problemas que motivaram esse ato”, acrescentou Mauro.
Movimentações mais intensas ocorreram no posto fiscal de Vilhena (que é a entrada do Estado) e no posto do Candeias do Jamari, na BR-364. Em Porto Velho, caminhões também fizeram fila em frente ao Posto Fiscal Belmont, localizado ao lado do Parque Circuito, na entrada do Bairro Nacional - este posto, inclusive, é considerados um local de alto risco à vida, onde os fiscais de plantão se trancam no prédio no período noturno, por ser uma área mal iluminada e marcada por assaltos.
Um técnico tributário que esteve durante a amanhã no posto fiscal próximo à balsa, em Porto Velho, informou que, embora alguns contribuintes demonstraram impaciência com o impasse gerado pela paralisação, todos foram compreensivos no tocante ao direito dos servidores de reivindicar justiça, mais segurança e melhores condições de trabalho. “Ao ler as mensagens nas faixas, as pessoas entenderam que a paralisação é por uma causa justa”, declarou o servidor.
AUDITOR ASSASSINADO
O auditor fiscal Armando Dalart, então delegado de Ji-Paraná, foi assassinado há quase dois anos por pistoleiros quando saia de sua casa para o local de trabalho. Embora tenha um retrato falado, até o momento a policia não tem nenhum suspeito do assassino ou do mandante. E não se sabe as vias do andamento do inquérito.
SITUAÇÃO NOS POSTOS
PORTO VELHO - no posto fiscal em Porto Velho, localizado na entrada do bairro Nacional, próximo ao Parque Circuito, á noite os fiscais de plantão se trancam no prédio por risco de assalto e assassinato, tendo em vista a escuridão e criminalidade que impera no local. Nessas condições, os servidores ficam impossibilitados de realizar o trabalho à noite, e quem perde com isso é o Estado, pois é possível que muitas mercadorias passam de forma irregular sem as devidas ações fiscais de contenção a evasão de receita. A solução, segundo os sindicatos, seria a iluminação do local; um posto da PM próximo, ou um segurança de plantão.
CANDEIAS - Os servidores reclamam que o prédio do posto fiscal do Candeias localiza-se escondido atrás de uma passarela recém construída, e encontra-se em péssimas condições para acomodar os funcionários plantonistas, e sem as mínimas condições para atender os usuários dos serviços prestados pela Sefin.
VILHENA - No posto fiscal de Vilhena, o prédio está precisando de uma ampla reforma há muito tempo. Na área externa, existem muitos buracos na via de trafego dos caminhões. Quando chove se acumula muita lama no local, e no verão a intensa poeira, além de causar transtornos aos caminhoneiros, compromete a saúde dos servidores.
Fonte: Repórter de Plantão
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