Quarta-feira, 21 de junho de 2023 - 12h49

Nesta
terça-feira (20), a Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) prosseguiu com a
investigação das alegadas irregularidades relacionadas à criação de onze
unidades de conservação no estado em 2018. A Comissão Parlamentar de Inquérito
(CPI), que possui como relator o deputado estadual Pedro Fernandes (PTB),
convidou o Secretário de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Marco Antônio
Lagos, para trazer informações sobre as questões em debate. A comissão é
presidida pelo deputado estadual Alex Redano (Republicanos), e contou com a
participação dos deputados delegado Lucas Torres (PP), Dra. Thaissa Sousa (PSC)
e delegado Camargo (Republicanos).
Deputado
estadual Pedro Fernandes (PTB) destacou a importância da CPI na busca por
respostas definitivas. "Estamos no início de um mandato, então aqui não
tem questionamentos pra dizer, ah estão fazendo politicagem, fizeram essa CPI
pra..., não, nós estamos querendo uma resposta séria e definitiva." Sua
declaração imprimiu o tom de um diálogo aberto e objetivo, orientado para
esclarecer as controvérsias que rodeiam a criação das unidades de conservação.
O secretário
Marco Antônio Lagos, ao ser questionado pelo deputado, admitiu seu conhecimento
limitado sobre os processos administrativos que resultaram na criação dessas
unidades, afirmando. "Deputado, vou ser bem real, conheço pouco pois
quando cheguei na secretaria já eram criados, já tinha sido judicializado e
julgado pelo judiciário.”
O tema da
legalidade na criação das unidades de conservação foi enfatizado, levantando a
questão da ausência da assinatura do governador nos decretos publicados. O
secretário Lagos confirmou. "O decreto foi publicado sem a assinatura do
governador, foi assinado dias posterior, é o entendimento nosso também porém essa
matéria ou felizmente está judicializada o judiciário vai decidir, né?, destaca
mencionando a região do Soldado da Borracha, que segundo ele possui um regime
jurídico muito restritivo, que só permite a entrada de pesquisador com
autorização.
Em relação às
notificações aos residentes das unidades de conservação, Lagos esclareceu.
"não determinei a saída de ninguém no momento. Não foi, não é o momento,
mas eu precisava notificar pra que elas tivessem ciência de que ali agora
passou a ser uma estação ecológica ou uma outra reserva."
Em meio a
vários questionamentos e todos respondidos pelo secretário, a CPI sob a
relatoria do deputado Pedro Fernandes segue na busca pela verdade e na
aplicação adequada da lei. Com a principal meta de oferecer respostas sérias,
definitivas e com soluções efetivas para o Governo e para as famílias que
residem nestas onze reservas ambientais.
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