Quinta-feira, 10 de junho de 2010 - 16h39
Em reunião na noite de terça-feira (8), conduzida pelo Sindicato dos Farmacêuticos de Rondônia (Sinfar-RO), Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Federação Interestadual de Farmacêuticos (Feifar), no auditório do Conselho Estadual de Saúde (CES), em Porto Velho, os profissionais presentes rejeitaram a contraproposta apresentada pela classe patronal representada pelo Sindicato das Farmácias (Sinfarmácia). Com base no piso salarial já em vigor de R$ 2 mil para uma jornada de 4 horas, os farmacêuticos de Rondônia aprovaram piso salarial de R$ 4 mil para 8 horas, enquanto os proprietários ofereceram R$ 2.200, mais R$ 300 de auxílio alimentação e 5% referentes à responsabilidade técnica.
Ainda na ocasião, foi referendada a CUT-RO como representante legal do Sinfar-RO, que por sua vez também irá integrar a Feifar.
A decisão dos farmacêuticos foi oficializada à Superintendência Regional do Trabalho na manhã dessa quarta-feira (9) pelo Sinfar-RO, CUT-RO e Feifar, em audiência com a classe patronal.
Como não houve acordo, segundo o presidente do Sinfar-RO, Antônio de Paula Freitas, o caso irá a dissídio coletivo.
Ao agradecer a participação dos farmacêuticos na negociação, Antônio de Paula revelou que a classe está cada vez mais fortalecida com o Sinfar que vem atuando no sentido de garantir a todos remuneração mais justa, bem como, melhores condições de trabalho, levando em conta a RDC 44 da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) que normatiza os estabelecimentos farmacêuticos e também as normas dos Conselhos Federal (CFF) e Regional de Farmácia (CRF-RO).
“Como forma de valorizar a profissão, orientamos todos os farmacêuticos a exigir, sempre, o piso salarial referendado em reunião”, afirmou o presidente do Sinfar, lembrando que na reunião de terça-feira os profissionais que se manifestaram deixaram clara a preocupação com um salário mais justo, principalmente os que pagaram valores exorbitantes para fazer o curso de graduação e especialização.
Os profissionais também rebateram a ameaça dos proprietários sobre a possibilidade de fecharem farmácias, afirmando que se isso ocorrer será dada oportunidade de os próprios farmacêuticos serem donos dos estabelecimentos com financiamento de instituições, como a Caixa Econômica Federal.
Fonte: Veronilda Lima
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