Domingo, 13 de novembro de 2011 - 15h15
Um encontro entre o presidente da Associação dos Praças da Policia Militar (Aspra) Silvio Luiz Rodrigues Ramalho e o comandante da Policia Militar coronel Paulo César Figueiredo, selou um entendimento entre as partes quanto a representatividade da entidade em assuntos pertinentes aos associados, que inclui de soldado a subtenente, viúvas e viúvos de praças da Policia Militar e alguns oficiais. “A associação é uma entidade civil que tem entre seus objetivos a articulação com o comando da Policia Militar, preservando o interesse dos associados e a harmonia com o governo” – disse Ramalho.
Segundo Coronel César, o comando da Policia Militar reconhece a Aspra e a Asof (Associação dos Oficiais da Policia Militar) como entidades que buscam interação e benefícios para a comunidade militar e que são de suma importância nas discussões da categoria, como moradia, salário e promoções. “Nós precisamos pensar na instituição e no que ela precisa para valorizar os militares e seus familiares, agindo de forma coordenada entre as entidades representativas, Capital e Interior, para que haja sempre benefícios para a corporação” – disse César.
A nova diretoria da Aspra definiu uma agenda de atendimento para os militares estabelecidos no interior do Estado. A associação é uma entidade constituída pela categoria através voto direto, reconhecida nacionalmente pela Associação Nacional dos Praças (Anaspra). “Vamos visitar as associações existentes no interior do Estado para manter contato direto, ouvir as reivindicações e fazer a articulação com o governo do Estado” – disse Ramalho.
Valorização
Durante a conversa o presidente da Aspra falou sobre a valorização profissional dos militares e as metas da nova diretoria, entre outros projetos do governo que tem como finalidade o fortalecimento, o reconhecimento e o aperfeiçoamento dos policiais militares.
Em conversa, Ramalho disse que de acordo com a lei os cursos de formação são oferecidos conforme a necessidade da administração, mas isso ocasionou um prejuízo aos militares mais antigos e consequentemente aos recém chegados. “Se não há necessidade por parte da administração não há curso, não há promoção, e se os mais antigos não crescem na hierarquia não há espaço para os novos também, ainda que estejam amparados pela lei que garante o curso” – explicou o presidente da Aspra.
O comandante da PM ouviu atentamente o representante da categoria e disse que em momento oportuno será discutido o assunto. Ainda em conversa o coronel falou que o realinhamento salarial esta em fase de conclusão do estudo feito pela comissão governamental e será apresentado ainda esta semana para autoridades e as entidades representativas da classe.
Fonte: Aurimar Lima
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