Quarta-feira, 1 de outubro de 2014 - 07h50
O Centro de Estudos Rioterra em parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – CEPLAC promoveu, entre os dias 22 e 25 de setembro o curso “Produção de Mudas e Enxertia de Cacau” no Viveiro Municipal de Itapuã do Oeste.
A formação, que faz parte das ações do projeto Quintais Amazônicos, com apoio financeiro do BNDES através do Fundo Amazônia, beneficiou mais de 25 profissionais entre técnicos extensionistas e viveiristas dos municípios de Itapuã do Oeste, Cujubim e Machadinho do Oeste, de ambas as instituições.
Ministrado pelo engenheiro agrônomo da CEPLAC-Bahia, Milton José da Conceição, no curso foram apresentadas metodologias utilizadas na enxertia como seleção de hastes, manuseio de ferramentas, técnicas de corte, cuidados na hora da enxertia e manutenção da planta após a realização da enxertia.
Em visita a uma propriedade rural no entorno que possui plantação de cacau, os participantes observaram a demonstração de algumas técnicas de enxertia e coletaram hastes para a prática e aperfeiçoamento da técnica de corte chamada “bisel”, que segundo Milton José, é um dos momentos mais importante para que haja sucesso na enxertia.
No Viveiro Municipal, o capacitador demonstrou aos participantes as técnicas de enxertia em mudas de cacau, com hastes de matrizes com alta capacidade de produção, explicando os modelos de enxertia, tipos de amarração e aplicação de fungicida. Logo após, os participantes puderam aplicar as técnicas, realizar os enxertos e organizar mudas de cacau, de modo que observassem o espaçamento para o bom desenvolvimento das mudas para enxerto.
Além das técnicas repassadas aos participantes, o engenheiro agrônomo também comentou sobre a geração de renda a partir da produção de cacau em que foram utilizadas as técnicas de enxertia. “São selecionadas hastes para enxerto procedentes de matrizes de cacau com elevada produção de frutos, possibilitando ao agricultor um maior lucro com a produção de cacau e seus derivados, como a produção de chocolate, em uma menor área”, acrescentou Milton José.
“A capacitação, além de agregar conhecimento técnico, promove a multiplicação deste conhecimento para toda a comunidade que estes profissionais atendem, seja produzindo mudas ou fazendo visitas técnicas, possibilitando a geração de renda e desenvolvimento econômico local”, destacou o participante Weliton Pinheiro, responsável pelo Setor ATER – Assistência Técnica e Extensão Rural do CES Rioterra.
Fonte: Malu Calixto
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