Terça-feira, 10 de fevereiro de 2026 - 12h52

1.
DETONE quando for enviesada, deturpando fatos, indivíduos, situações.
2.
APLAUDA quando fizer o seu papel, nomeando corretamente autoria e materialidade
("duela a quem duela").
3.
Não tente "fazer notícias com as próprias mãos" - sic.
4.
Não crie narrativas com suas suposições (com seu despreparo jornalístico, o
máximo que irá produzir é mais desinformação, deturpação).
5.
Nunca, jamais, faça de suas "narrativas" um caminho seguro para o
escapismo ou o alimento de teorias da conspiração.
6.
Não abandone a inteligência que você tem para ler atentamente (entre as
linhas), refletir e, quem sabe, nem se pronunciar, por falta de
elementos.
7.
Não desista de estudar os assuntos que são do seu interesse.
8.
Não compartilhe fake news, mesmo que lhe convenha.
9.
LEMBRE-SE, nenhuma narrativa - suposição de alguma, qualquer história - é,
sequer, equivalente da história em si, do ocorrido, da história real.
10.
Não ajude a matar o pouco de verdade que existe em nossos tempos.
Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
O papel do intelectual (orgânico) no século XXI - nossa missão é denunciar e agir
Estamos aturdidos, alguns literalmente mortificados com os atuais bombardeios, as gravíssimas violações da ordem internacional e das soberanias, tan

A ideia matriz dessa construção textual não tem um corpus acadêmico ou academicista, pois é muito mais militante e voluntarioso. Por isso, acessar o

Fundamentos civilizatórios da educação emancipadora
O objetivo geral do texto é delinear alguns fundamentos que não podem ser questionados e abandonados por quem pensa a Educação de forma emancip

-- a contradição em carne viva. -- nuances e seduções do reprodutivo Pensamento Escravista.O Brasil não é o país das contradições, é a própria essênci
Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)