Quarta-feira, 10 de outubro de 2012 - 10h50
João Paulo II: Pacientes dividem espaço com poeira e cimento.
Pacientes em recuperação amontoados em corredores. Falta de medicamentos. Operários trabalhando entre os pacientes. Laboratório fechado. Essas são algumas situações encontradas no pronto-socorro João Paulo II em Porto Velho, Rondônia.
O descaso com as pessoas que dependem da saúde pública é denunciado pelo Sindicato Médico de Rondônia.
Desde a última sexta-feira o único laboratório do maior pronto-socorro do Estado esta fechado. Se não bastasse a demora no resultado de exames, pacientes precisam aguardar atendimento no chão ao lado de resto de materiais de construção.
A obra de recuperação da rede esgoto e de tentativa de melhorias do pronto-socorro provoca sofrimento, desconforto e risco de infecção a população sujeita a esse tipo de atendimento. Uma mistura arriscada de operários, material de construção e poeira envolve pessoas que se recuperam ou aguardam atendimento. O presidente do Simero, Rodrigo Almeida considera a situação lastimável. Segundo ele o local da obra deveria ser interditado e isolado evitando o risco de infecção aos pacientes expostos nos corredores da unidade de saúde.
Outro grave problema é a falta de medicamentos e instrumentos necessários ao atendimento básico. Como é o caso de fio cirúrgico que esta em falta. Mesmo com a entrega de outras unidades de saúde, feitas pelo governo, é grande fila de espera por uma cirurgia. Cerca de 90 pacientes aguardam sem esperança por cirurgia ortopédica. Falta espaço para tantos pacientes.
Rodrigo Almeida ainda denuncia a falta de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) no João Paulo II. “As pessoas estão perdendo a vida sem leitos suficientes com estrutura para casos graves”, cobrando uma solução efetiva para o caso.
Mobilização
Esta marcado para quinta-feira (11) protesto em frente ao pronto-socorro João Paulo II. Servidores da saúde entre eles médicos e enfermeiros prometem cobrar do governo medidas eficientes na organização do atendimento na unidade de saúde.
“O novo pronto-socorro ainda não saiu do papel. Se o médico não atender o paciente ele pode até ser preso. Mas em casos como esses, nada acontece com o gestor público”, protesta Rodrigo Almeida.
Fonte: Fonte/foto: Coren.RO
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