Quinta-feira, 25 de abril de 2013 - 07h44
Pela primeira vez, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), através do Núcleo Interinstitucional de Educação em Saúde (Niemsus), vai realizar atividades alusivas ao Dia Mundial de Combate a Malária. A ação de hoje, 25, será das 09h às 12:00h, no Centro Político Administrativo do distrito de Jacy Paraná
O Dia Mundial de Combate a Malária foi lançado em 25 de abril de 2007 com a finalidade de chamar a atenção sobre esta doença, construir compromissos e realizar ações para alcançar as metas de redução da malária ao nível comunitário, dos países e da região. Durante a última década, o mundo tem feito grandes progressos na luta contra a malária. Desde 2000, as taxas de mortalidade por malária caíram mais de 25%, e 50 dos 99 países com transmissão em curso estão agora a caminho de cumprir a meta Mundial 2015 Assembleia da Saúde de reduzir as taxas de incidência em mais de 75%.
Somente no ano passado, foram registrados no município 14.756 casos. Por este motivo, a capital aderiu para esta data o slogan “Invista no futuro. Vamos combater a Malária”, e tem como objetivo fomentar, através de oficinas, brincadeiras, cineminha, entre outras ações lúdicas, a participação de crianças e adolescentes para a adoção de atitudes positivas que reforcem a queda no número de casos da doença, já que os índices tem apresentado redução significativa devido ao trabalho intenso de educação e prevenção, promovido pela Semusa, principalmente no que compete a multiplicadores. “Nós apostamos na educação para formação de agentes de saúde, multiplicando assim os fiscais dentro e fora dos domicílios , promovendo qualidade de vida para toda a comunidade”, explicou a Coordenadora do Niemsus. Além das atividades infantis, a equipe da Semusa irá cadastrar ainda pessoas que ainda não tiveram acesso aos mosquiteiros impregnados de longa duração para a distribuição futura dos mesmos.
Dados mundiais
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o impacto da malária sobre a população humana continua aumentando: ocorre em mais de 90 países, pondo em risco cerca de 40% da população mundial. Estima-se que ocorram de 300 a 500 milhões de novos casos, com média de um milhão de mortes por ano. Representa, ainda, risco elevado para viajantes e migrantes, com casos importados em áreas não-endêmicas. No Brasil, o maior número de casos é registrado na região Amazônica, cujas condições ambientais e socioculturais favorecem a expansão de sua transmissão.
Fonte: Renata Beccária
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