Terça-feira, 3 de novembro de 2020 - 07h57

É uma cena que se repete,
ultimamente, dia e noite no bairro Aponiã: gritos de pessoas que reclamam que
foram assaltadas. Na última sexta-feira na rua Gregório Alegre, por exemplo,
próximo do Escola Estadual 4 de Janeiro, uma garota vinha na sua bicicleta quando
dois marginais a abordaram para roubar o seu celular mostrando uma arma. Ela
resistiu e foi violentamente jogada no chão, mas, gritou muito alto por
socorro, o que fez os dois desistirem e correr. Mas, são constantes os assaltos
ou tentativas quando as pessoas vão entrar, ou sair, de suas casas ou nos
carros. No último dia de outubro, uma moça teve sua moto roubada por dois
homens numa motocicleta, armados. O medo é uma tônica também nas imediações do
Comemania e do Tacacá da Kombi, onde uma senhora passou mal depois de um
assalto. Ruim é que as reclamações feitas junto à Polícia Militar não tem
surtido efeito. Não se faz uma vigilância continua, pois, em particular, um dos
militares disse que falta combustível para manter uma ronda e o box da PM, que
existia, próximo foi desativado. Também, no caso da garota que escapou com
ferimentos de ter seu celular roubado, ao se ligar para a Polícia Militar se
teve a resposta de que “Não há o que fazer. Foi só uma tentativa de assalto”.
Enquanto não se faz nada os moradores morrem de medo e organizam-se em grupos
de whatsapp para ajudar uns aos outros em caso de necessidade. O fato real é
que o bairro vive um clima de terror com as pessoas tendo medo de sair até de
carro, de vez que, quando algum motociclista encosta do seu lado, o receio de
assalto é imediato. Por isto, o bairro pede socorro aos meios de comunicação e
vão solicitar apoio para que seja restaurada a tranquilidade.
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