Quarta-feira, 8 de abril de 2026 - 07h45

O MDB sempre foi um grande partido em Rondônia. Elegeu o primeiro
governador, Jerônimo Santana. Elegeu outro, Valdir Raupp. Teve grandes
senadores, deputados federais, deputados estaduais, inúmeros prefeitos e
vereadores. Foi, por longo tempo, o maior partido político do Estado, unindo,
em suas fileiras, algumas das maiores lideranças que já tivemos.
Seria preciso mais
que um livro para nominar a todos. Isso foi no passado. Hoje, dividido, com uma
ou duas lideranças fortes, só por milagre conseguirá eleger alguém em outubro.
Pelo seu passado ilibado e por sua história pessoal, quem sabe Amir Lando tenha
alguma chance ao Senado. Mas, quem mais?
Com
um único grande líder (Confúcio Moura) o partido foi levado para a base de
apoio ao governo do presidente Lula, ignorando o racha ideológico que tomou
conta do país e, obviamente, de Rondônia, virando as costas para o eleitorado
conservador e de direita, que, em sua imensa maioria, é contra a esquerda, o
esquerdismo e o atual governo brasileiro.
O MDB
perdeu seu presidente regional, o deputado federal Lúcio Mosquini, que quer se
reeleger – e tem enormes chances disso – por contestar a posição de apoio ao
socialismo vindo do seu partido, de cima para baixo. Mosquini, que conhece a
política local como ninguém, sabia que, no partido que presidia, não teria
chance alguma perante a imensa maioria do eleitorado. Está agora no PL.
E os
demais emedebistas históricos e com voto? Amir está voltando agora. Valdir
Raupp e a ex-deputada Marinha Raupp, campeões de votos, não querem nada mais
com a política. Nem o excelente ex-vice-governador Orestes
Muniz. Dois deputados federais que o partido elegeu caíram fora (Mosquini e
Thiago Flores) e, agora, surge uma nominata de pouquíssimos conhecidos e muitos
desconhecidos, alguns que estão começando na política.
Houve
época em que o MBD elegeu mais da metade dos prefeitos do Estado. Na penúltima
eleição, elegeu apenas nove. Em 2024, elegeu apenas quatro. Algum deles se
destaca na política rondoniense?
Agora o partido
nega que está sob uma espécie de intervenção do Diretório Nacional, afirmando,
por alguns dos seus membros, que não há qualquer documento neste sentido e que há
apenas alguém, que se diz representante do presidente Baleia Rossi esteve aqui,
impondo orientações. Ora, não tem ninguém com comando regional que possa usar
seu celular e falar diretamente com o presidente nacional, para que ele
desminta a intervenção? Até agora ela não foi desmentida.
Enfim, está assim
aquele que já foi o maior partido político de Rondônia. Sem nomes fortes, sem
lideranças conhecidas, sem ligação direta com o povão, não há partido que
sobreviva.
O MDB tem uma rica história, tem um grande passado. Mas a pergunta é: o MDB de Rondônia tem futuro?
TRÊS
MULHERES PODEROSAS, EX-DEPUTADO E NOMES CONHECIDOS NA RELAÇÃO DE CANDIDATOS DO
PSD À CÂMARA FEDERAL
Além de Luís
Fernando Pereira, que concorre ao Senado, três mulheres e dez homens foram
apresentados pelo partido para disputarem as oito cadeiras da Câmara
Federal. Alguns nomes são muito
conhecidos e bons de voto. Outros, surgindo agora, em busca de espaço na
política estadual. São treze os candidatos que o partido presidido pelo
governador Marcos Rocha, o PSD, apresentou para concorrer à Câmara Federal.
Duas ex-deputadas, uma federal, outra estadual, estão na relação e também um
ex-deputado federal.
As mulheres: a agora ex-primeira dama de Cacoal, Joliane Fúria,
que por muito pouco não se elegeu deputada federal na eleição passada; a
atuante ex-deputada federal Jaqueline Cassol, que concorreu ao Senado na última
eleição, alcançando mais de 104 mil votos e, ainda, a ex-deputada estadual e
hoje vereadora de Ouro Preto do Oeste, Rosária Helena.
Na relação
masculina, está o ex-deputado federal Luiz Cláudio da Agricultura, que dirigia
a Emater até o último final de semana. Também consta o nome do pastor Evanildo
Abreu, vereador de Porto Velho. Mas há novidades importantes. Uma delas o
radialista e homem de Televisão Adilson Honorato, figura popular e muito
querida nos meios da mídia. O Dr. Fábio da 429, muito conhecido em sua região,
também está no pacote. Daniel Pittbull, Júnior Lopes e Fernando Vilas, este um
empresário de Ariquemes, completam a relação.
Com tantos nomes
quentes, o partido de Rocha sonha com pelo menos duas cadeiras na nova
composição da bancada federal. Os mais otimistas falam em até uma a mais, mas
daí já passa para a fase do devaneio, até porque os demais partidos também vêm
com gente muito boa de voto.
PODEMOS
COMPLETA RELAÇÃO PARA A CÂMARA COM NOMES FORTES E DOIS DOS ATUAIS DEPUTADOS
FEDERAIS
Quem imaginava, há
alguns meses atrás, que o Podemos, então um partido apenas em ascensão em
Rondônia, conseguisse apresentar uma nominata das mais quentes para a disputa
das oito cadeiras na Câmara Federal? Pois graças à liderança do prefeito Léo
Moraes, presidente regional, o partido conseguiu formatar um grupo político dos
mais fortes, com chances reais de eleger um ou dois deputados federais nas
eleições de outubro.
Pois foi Léo que
comandou o processo de atração de nomes importantes para a relação de
candidatas para sua sigla e manteve outros, que lá já estavam. Primeiro, atraiu
a juíza aposentada Euma Tourinho, em sua assessoria, preparando a candidatura
dela, que tem grandes chances de dar certo. Trouxe para o Podemos, por exemplo,
a atual deputada federal Cristiane Lopes, que busca a reeleição e, ainda, a
dra. Tânia Sena, líder dos garimpeiros da região e um nome dos mais respeitados
em todas as ações em que atua, inclusive como ativa líder sindical.
No time masculino,
o partido de Moraes com firmou a busca de novo mandato do controvertido
deputado Rafael Fera, que saiu do partido num dia e voltou no outro. Outro nome
forte é do ex-secretário de saúde Jaime Gazola, já experiente na política, como
vereador em Porto Velho. No time também estão o pastor Valadares, Jair Top Car,
Almir do Sindsef e Uender Nogueira.
De um partido pouco mais que nanico, o Podemos, com a eleição de Léo para a Prefeitura da Capital, deu um salto de importância na política regional. A tal ponto que o apoio dele está sendo disputado por pelo menos dois concorrentes ao Palácio Rio Madeira/CPA, também conhecido como Palácio do Governo.
PL TEM DUPLA FORMADA AO SENADO E UMA NOMINATA
DAS MAIS PODEROSAS PARA A DISPUTA DA CÂMARA FEDERAL
O PL de Rondônia
vem com tudo para a eleição de outubro. Além de um dos nomes mais fortes ao
Governo (o presidente regional da sigla, senador Marcos Rogério), o partido já
tem os dois nomes ao Senado, uma nominata muito forte para a Câmara Federal e,
ainda, tomou a maioria na Assembleia Legislativa, com sete deputados.
Para o Senado, o
partido tem pelo menos um nome fortíssimo: o do deputado federal e
ex-secretário de saúde do Estado, Fernando Máximo. Ele foi o campeão de votos
para a Câmara Federal na última eleição e aparece muito bem em todas as
pesquisas. O outro é o pecuarista Bruno Scheid, de Ji-Paraná escolhido a dedo,
pessoalmente, pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Já em busca das
cadeiras da Câmara Federal, o partido terá candidaturas poderosas. E a lista
ainda não está completa. Mas estão certos o atual deputado federal Lúcio
Mosquini, em busca do quarto mandato; o Coronel Chrisóstomo, que quer chegar
pela terceira vez ao Congresso; a vereadora Sofia Andrade, destaque na Câmara
de Porto Velho; o Coronel Régis Braguin, cujo comando na PM rondoniense entrou
para a história no combate ao crime e, ainda, o líder empresarial Marcelo
Lessa, de Ariquemes.
Neste momento, Marcos Rogério aparece sempre em destaque em todas as pesquisas, incluindo as que passaram a ter obrigatoriedade de registro na Justiça Eleitoral. Seus principais adversários são Adailton Fúria e Hildon Chaves. Rogério conta com um handicap, num Estado extremamente bolsonarista: tem o aval pessoal de Jair Bolsonaro e do presidenciável Flávio Bolsonaro, que veio a Rondônia para lançá-lo candidato ao Governo.
ERRO CRASSO: ATÉ A 25ª HORA, MUITA GENTE ACHAVA QUE MARCOS ROCHA
RENUNCIARIA PARA CONCORRER
Há muito tempo o
governador Marcos Rocha afirmava que não concorreria ao Senado. Até a 25ª hora,
muitos dos que não o conhecem como um homem de palavra e que dá grande valor à
honra pessoal, ainda afirmavam que ele voltaria atrás. Mesmo na sua equipe,
muitos torciam para que Rocha concorresse. Outros tantos, que achavam que
Sérgio Gonçalves poderia ser a continuidade do atual governo, torciam para que
ele assumisse. E que Rocha saísse para concorrer.
Um erro crasso de
quem não conhece de perto o político e o
homem. Marcos Rocha tem defeitos como todos os políticos, mas quando empenha
sua palavra; quando vai a público fazer uma afirmação, aquela que depende
apenas dele, da sua decisão pessoal, não há retorno.
No sábado à noite,
horas antes do prazo final que, se candidato, teria que se desincompatibilizar,
o Governador postou um vídeo nas redes sociais, acabando com a boataria e as
Fake News: avisou, pela enésima vez, que não sairia do seu cargo e que só o
passaria ao seu sucessor no dia 5 de janeiro.
Tinha gente,
inclusive com experiência na vida pública, que jurava por todos os santos que
Marcos Rocha não iria aguentar a pressão da família, de amigos, de eleitores,
de correligionários, do comando nacional do PSD e que, na última hora, mudaria
de planos.
Quem o conhece mais de perto, contudo, sabia: nem todos os políticos são iguais, quando empenham sua palavra. Mas Marcos Rocha é um político diferente. Manteve o que disse, contra todas as pressões. E quer entregar muito mais ao Estado, nos próximos meses. Palavra ele tem!
QUEM DIRIA? PARTIDO NOVO VEM COM NOMINATA MUITO FORTE PARA DISPUTAR A ELEIÇÃO EM RONDÔNIA
Uma das surpresas
para esta eleição que se aproxima é o Partido Novo. Com figuras nacionais
fortes em nível nacional, como o deputado gaúcho Marcelo Van Hatten, o
ex-governador mineiro Romeu Zema; o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Sales;
o desbravador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, entre muitos outros, em Rondônia
a sigla era praticamente desconhecida. Até agora.
Nos últimos dias,
o Novo conseguiu adesões poderosas. Já tem nomes fortes para a Câmara Federal,
como o empresário e especialista em questões ambientais Maurício Conti.
Contudo, a maior surpresa é na relação de candidatos potencialmente fortes para
disputarem vagas na Assembleia Legislativa, onde até agora o partido não tinha
nenhum representante.
Tem um agora. E um
nome de peso. O Dr. Luiz do Hospital, de Jaru, eleito em 2022 com 18.248 votos,
o oitavo com maior vai disputar a reeleição pelo Novo. Mas tem muito mais nomes
conhecidos. Lucas Follador, vereador em Ariquemes é um deles. Outro: o ex-deputado
Ari Saraiva, de Ji-Paraná, com passagem destacada na Assembleia Legislativa.
Tem mais: o quatro
vezes deputado Edson Martins, ex-prefeito de Urupá; dr. Gilbert, vereador de
Porto Velho; o ex- vice-prefeito da Capital, Edgar do Boi e, ainda, entre
outros candidatos, outro vereador de Porto Velho, Luis Jeovar e, para concluir
com chave de ouro, um dos mais famosos e assistidos apresentadores da TV
rondoniense, Augusto José.
Ou seja: o Novo vem com tudo para a disputa de outubro. Parece
irreal, mas é a mais pura verdade!
GRANDE TROCA DE PARTIDOS NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA: 14 SE ALOJARAM EM NOVAS SIGLAS PARA CONCORRER
Dos 24 deputados
estaduais, 14 deles trocaram de partido durante a janela que autorizava a
mudança, sem perda de mandato. Todos, claro, fazendo contas e optando por qual
sigla teriam mais chances de reeleição. Houve também casos em que o parlamentar
não conseguiu espaço em outros partidos, porque se entrassem, tirariam as
chances de eleição de vários outros.
O PL, do candidato ao
governo Marcos Rogério, saltou de um para sete deputados: Alan Queiroz,
Ezequiel Neiva, Dra. Taíssa Sousa, Lucas Torres, Luizinho Goebel, Num Barroso e
Jean Mendonça.
O segundo em tamanho é
o PRD, aliado ao governo Marcos Rocha e Adailton Fúria e presidido por seu
chefe da Casa Civil, Elias Rezende. Mudaram para ele Ribeiro do Sinpol, Jean
Oliveira, Pedro Fernandes, Edevaldo Neves, Lebrinha e Rosângela Donadon,
totalizando uma bancada com seis nomes.
A Federação União
Brasil/Progressistas, que tem como candidato o ex-prefeito Hildon Chaves, tinha
Cirone Deiró e Ieda Chaves e agora tem um terceiro nome: Ismael Crispin.
O PSD, aliado ao
candidato Adailton Fúria (assim como o PRD) ficou bem menor. Tem apenas com o
deputado mais votado em 2022, Laerte Gomes; Cássio Góis e Eyder Brasil.
O Avante agora tem um
representante, o ex-presidente da Casa, deputado Marcelo Cruz. E o Partido Novo
cooptou Luizinho do Hospital. O presidente Alex Redano permanece no
Republicanos. O Podemos fica com um deputado: Delegado Camargo.
Por fim, Federação PT, PV e PC do B, manteve sua única
representante: Cláudia de Jesus.
PSB OFICIALIZA SAMUEL COSTA PARA O GOVERNO E LANÇA INDÍGENA PARA CONCORRER AO SENADO
O PSB terá candidato ao
Governo de Rondônia. E não será seu presidente regional, o bom de voto Vinicius
Miguel. Mesmo tendo se afastado do cargo de secretário municipal e tendo o aval
do prefeito Léo Moraes, Vinicius preferiu não disputar novamente e indicar
outro nome: o do advogado e jornalista Samuel Costa. Samuel sonhava em ter seu
nome escolhido pelos partidos de esquerda, ficou sem espaço depois que o PT
decidiu por Expedito Netto.
Samuel é um forte
defensor do governo Lula. Na TV, onde participa de programa de grande audiência
na REMA TV, se notabiliza nos debates por confrontar críticas ao lulismo e ao
esquerdismo. Na suas atividades políticas, sempre foi de esquerda.
Samuel já concorreu ao
Governo e à Prefeitura, sempre por partidos nanicos. É a primeira vez que tem o
aval de lima legenda um pouco mais forte. O PSB tem cinco senadores e 17
depurados federais e, obviamente, está na base de apoio ao governo Lula.
Junto com Samuel, o PSB
apresentou, como sua candidata ao Senado, a representante indígena Neidinha
Suruí. Ela é conhecida por rezar pela cartilha ambientalistas, defendendo
também a pauta da esquerda na questão dos direitos humanos.
A indicação de Neidinha Suruí e de outros nomes teria sido um dos motivos para que o senador Confúcio Moura passasse a pensar em desistir da sua reeleição, porque já não contaria com o apoio de todos os eleitores da esquerda rondoniense. Mas isso é apenas uma ilação.
EM GUAJARÁ, ONDE QUASE 20 MIL VIVEM DO BOLSA FAMÍLIA, MEIO MILHÃO DE REAIS POR UM SHOW DE FORRÓ
Guajará Mirim volta ao
mapa nacional. Não pelo absurdo de que 92 por cento de toda a sua área é
intocada, por normas terroristas/ambientalistas que abundam no país. Não pela
má qualidade de vida da sua população. Não por ter apena seis mil pessoas com
carteira assinada, enquanto cinco mil famílias (algo em torno de 20 mil dos 39
mil habitantes) vivem do Bolsa Família, com uma renda individual de cerca de
770 reais.
Qual o motivo então de
Guajará estar nas mídias sociais, inclusive sofrendo pesadas críticas? A
resposta: porque a Prefeitura da cidade contratou um show da famosa Juliana do
Bonde e da sua banda, Bonde do Forró, que faz show com lindas mulheres e até canta
várias músicas com duplo sentido.
Neste próximo
sábado, dia 11, numa parceria da Prefeitura da cidade com a Secretaria de
Cultura e Juventude do Estado, a Sejucel, haverá show grátis para toda a
comunidade, a um custo, para os cofres públicos, de meio milhão de reais.
Guajará entra no
circuito das cidades pequenas, pobres, com orçamento limitado, cheio de
problemas (basta andar por algumas das suas ruas, para se ver buracos, barro,
alagações) que optam por shows com artistas nacionais, ao invés de pegar cada
centavo para melhorar a vida das pessoas.
Os exemplos são
inúmeros. Cidades pequenas do Nordeste já anunciaram shows de Gustavo Lima, por
exemplo, ao custo de 1 milhão e 200 mil. A Justiça proibiu. Em Minas, uma dupla
sertaneja iria receber 650 mil por duas horas de show. Cancelado também, por
ordem judicial.
Aqui, o show está confirmado para
o Bumbódromo de Guajará. Meio milhão para um grande público, certamente, que ao
sair do local, pisará no barro e nas ruas esburacadas.
PERGUNTINHA
Qual sua opinião ( acredita ou não?) sobre esta informação
dada por parte da imprensa brasileira: “o Brasil registrou o sexto maior crescimento econômico entre os países do
G20 em 2025, com expansão de 2,3 por cento do Produto Interno Bruto). O
resultado levou a economia brasileira a atingir cerca de 12 trilhões e 700 bilhões de reais, superando
o desempenho de economias como Estados Unidos, Canadá e o bloco da União
Europeia no período. Com o resultado, o país completa cinco anos consecutivos
de crescimento econômico, mantendo trajetória de recuperação após os impactos
da pandemia?”
Quarta-feira, 8 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
Ronaldo Caiado pode surgir como uma surpresa e ser a terceira via entre o lulismo e o bolsonarismo?
Há algo de novo na política nacional, num contexto em que o país está rachado ao meio entre lulistas e bolsonaristas; entre os extremos do

O 6 de Junho de 1944 amanheceu com céu nublado. Centenas de navios e aviões começaram a se deslocar em direção ao lado de lá do Canal da M

O tema explodiu nas redes sociais. Afinal de contas, a nova Lei da Misoginia (que o dicionário diz ser “o ódio contra as mulheres” e a ide

Viver de mentiras, de factoides, de programas sociais que colocam grande parte da população sob o tacão populista de um governo, parecia a
Quarta-feira, 8 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)